sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Riverside, a terra-natal do Comandante Kirk

Live long and prosper

Já ouviu falar do Star Trek, a série (e mais tarde, filmes) “Caminho das Estrelas”? Lembra-se de James Kirk, o comandante da nave Enterprise?
Nos seus livros, Gene Roddenberry, o criador de Star Trek, escreve que a personagem James Tiberius Kirk nasceu a 22 de março de 2228 numa pequena aldeia junto a um rio no estado americano de Iowa. Em nenhum livro surge o nome da aldeia.


Em 1984, o município de Riverside andava à procura e um tema para o seu festival anual. O vereador Steve Miller tinha lido todos os livros de Gene Roddenberry e propôs, numa reunião camarária, que Riverside se autoproclamasse a futura terra-natal de Kirk. A proposta de Steve Miller foi aprovada por unanimidade.
No dia seguinte, Steve Miller ligou para a Paramount, pediu para falar com Gene Roddenberry e fez-lhe a proposta: “Que tal Riverside passar a ser a terra-natal de Kirk, a tal aldeia junto a um rio no estado de Iowa?” Gene Roddenberry achou a proposta fantástica e o município começou logo a trabalhar.
Em 1985 teve lugar a primeira “Trek Fest”, um festival anual que se realiza em junho e que reúne fãs de Star Trek de todo o mundo – incluindo da Coreia do Norte!

A 27 de junho de 2008 foi criado o “Voyage Home Riverside History Center”, um museu dedicado ao Caminho das Estrelas e a futura casa-natal de Kirk



Reprodução dos selos






T-shirts da Trek Fest












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Na realidade, toda a aldeia adotou a ideia. O bar local Murphy’s adotou a nave Enterprise no seu logotipo. No parque junto ao campo de basebol foi erigida uma estátua do comandante Kirk. 
A estação dos correios local decorou-a com selos gigantes do Caminho das Estrelas. Enfim, toda a aldeia se movimentou e continua a movimentar à volta de Kirk e do Caminho das Estrelas.
Mas que aldeia é esta?
Riverside, atualmente com aproximadamente 1 000 habitantes, foi fundada em 1872 junto ao rio Inglês. O nome – convenhamos, com muito pouca imaginação - foi sugerido por um Dr. Mott por a povoação estar situada junto ao rio.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Preservar a natureza, meditar e encontrar a nossa espiritualidade



Será que Iowa City, uma pequena cidade americana num estado rural,  precisa de um oásis? De um lugar para as pessoas se reencontrarem consigo próprias e com a natureza?
Felizmente há quem pense no futuro do planeta e tenha sempre em mente o provérbio de Caxemira que diz “Não herdámos o mundo dos nossos antepassados, mas pedimo-lo emprestado aos nossos filhos”. Seguindo este lema, Doug e Linda Paul, empresários e sonhadores, compraram um terreno de 100 hectares  em Iowa City para evitar que fossem vendido para construção. E aí têm vindo a criar um ecossistema reproduzindo o ecossistema natural da região, a restaurar, a proteger e a preservar estas terras, a que deram o nome de The Harvest Preserve , como um santuário espiritual. É um terreno divino, sagrado onde as pessoas são convidadas para, em silêncio, sentirem a manifestação do Divino no meio da mãe-natureza.
"A Família" de Gene Anderson
Ao passearmos neste santuário sentimo-nos ligados à Terra, no meio das plantas originais das pradarias e dos bosques do midwest americano. Bandos de perus selvagens, esquilos, guaxinins, e outros animais sentem-se ali em casa.

O sentido da espiritualidade é incentivado pela coleção de arte espalhada pela propriedade. Em harmonia com a natureza contemplativa dos terrenos, The Harvest Preserve  convida os visitantes a apreciarem, estudarem e meditarem sobre cada peça. 

 “O homem no banco” de  Douglas J. Paul e J.B. Barnhouse 

Numa das esquinas, bem visível da estrada, temos a “Família” de  Gene Anderson. Do outro lado da estrada, “O homem no banco” de  Douglas J. Paul e J.B. Barnhouse convida-vos e fazer como ele: pararmos, sentarmo-nos e meditarmos.  

Logo à entrada a estátua “Salvamento” mostra-nos um grupo de crianças a salvar um gatinho preso no ramo de uma árvore. Mais adiante, outro grupo de crianças faz piruetas. São os Olympic Wannabes de Glenna Goodacre.

Olympic Wannabes de Glenna Goodacre

No entanto o ponto alto da coleção de esculturas é o conjunto denominado The sacred stone circle, onde, na realidade tudo começou. Trata-se de um conjunto de pedras pré-históricas em círculo (como os cromeleques) que vieram da ilha das Flores, na Indonésia, com mais de 4 000 anos. Em 2001, os habitantes da ilha quiseram ver-se livres das pedras, no seguimento da destruição dos budas de Bamiyan no Afeganistão pelos Talibans. Esta ilha é maioritariamente cristã mas quiseram fazer desaparecer objetos pagãos.
O círculo sagrado de pedras

Um galerista de arte falou com Doug Paul de Iowa City e disse-lhe que as pedras precisavam de um novo lar. Doug Paul tratou logo do caso. Num complicado e moroso (de mais de um ano!) processo trouxe para Iowa City por navio, comboio e camiões as pedras de basalto com tamanhos entre os 4 e os 8 metros e pesando entre 1,5 e 10 toneladas. E é aqui no meio deste círculo que somos chamados a fechar os olhos e deixarmo-nos envolver pela natureza até nos sentirmos um só elemento.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Os voos bem matinais

Há quem proteste, fique irritado e tudo faça para alterar o voo quando sabe que vai ter de viajar num voo bem matinal. um voo às 5 h de manhã significa levantar às 3 ou ainda mais cedo. Mas só reage assim quem não tem visão a longo prazo.
Um voo matinal para a Europa significa que chegamos ao destino  quando o dia começa e que ganhamos todo o dia no local para onde viajamos. Quer mais vantagens do que esta?
No caso de voos intercontinentais significa que, mesmo apesar das muitas horas de viagem, ainda chegamos ao destino com muitas horas do dia para desfrutar.
E que dizer da beleza que é ver do céu o nascer do sol?
Diga lá que não  é chique poder dizer que toma o pequeno-almoço em Portugal e vai almoçar a, digamos por exemplo, Chicago?
Pare de protestar e veja as vantagens dos voos bem matinais
Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer, E o mundo espera por nós.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O petisco da lata - para petiscar num ambiente sossegado

Almada fica perto de Lisboa e no entanto a maioria dos lisboetas desconhecem esta cidade cuja presença humana remonta. Almada Velha, com as suas pequenas ruas, inclinadas, têm muito para descobrir.
Deambulando por Almada Velha demos com uma mini-loja/restaurante (no interior 4 mesas, na esplanada 2) com o nome apelativo "Petisco de lata". Espreitando pelas janelas vimos um espaço muito pequeno mas muito acolhedor e convidativo.
Entrámos e fomos simpaticamente recebidos por Rosane Prola e  Susana Bourscheidt, duas brasileiras há muito radicadas em Portugal e a trabalhar no ramo da restauração.
O desejo de terem um cantinho próprio levou-as a abrir há um ano uma pequena loja só dedicada a conservas de peixe, aliada a uma pequena oferta de snacks - preparados, claro está, com conservas - e de bebidas.




Sendo ambas brasileiras não podia faltar a caipirinha na oferta deste "Petisco da lata".

Preparando a caipirinha 



Todos os pratos são servidos com uma variedade de pão, apresentado numa caixinha de madeira. 




Cavala com canónigos


Salada tropical com atum


Timbal de sardinha

Por experimentar ficou o bacalhau porque as conservas estavam esgotadas.

Este "Petisco de lata", na R. Judiaria 22A, 2800-125 Almada (tel.: 917 559 953), é um local muito simpático para um copo ao final do dia com amigos, acompanhado por uns bons petiscos de lata - ao som de boa música brasileira.



domingo, 5 de agosto de 2018

O Monte de Santa Tecla na Galiza




À noite, passeando na marginalizados de Caminha víamos maravilhados as muitas luzinhas da outra margem do rio Minho. Tínhamos de ir descobrir A Guarda e o monte de Santa Tecla, onde abundam castros.
No dia seguinte tomámos o ferry Santa Rita de Cássia, padroeira de Caminha. 15 minutos depois estávamos em Espanha, ou melhor, na Galiza.

Esta zona é habitada há já mais de 4 000 anos, tendo sido encontrados petróglifos (pinturas rupestres) em várias das pedras do monte, dos quais se destaca a “ Laje Sagrada ou Laje do Mapa”: várias espirais, círculos concêntricos e traços lineais mais ou menos paralelos que os seus descobridores interpretaram como um mapa da desembocadura do Minho.

O castro teve uma ocupação continuada entre o século I a.C., quando começou o processo de romanização da Galiza, e o século I d.C. A partir que a partir desse momento os habitantes começaram um lento abandono para novas localidades situadas nos vales e próximas às terras de maior valor produtivo.
O sistema construtivo do castro reflete pouca influência romana com um predomínio quase absoluto de construções circulares frente às retangulares).

Nesta região há um grande número de castros, sendo que a maior parte se encontra coberta por mato e árvores, e quase não é percetível.

O castro está delimitado por uma simples muralha, que acolhe uma extensão de terreno com uns eixos máximos de 700 metros (Norte-Sul) e 300 metros (Leste-Oeste). Terá sido assim um dos maiores castros dos encontrados por enquanto, tanto em terras galegas como do norte de Portugal.

A muralha foi realizada em alvenaria travada com barro, não ultrapassando os 160 cm de grossura máxima, sem acessos interiores a elas, como escadas ou rampas.

Quase todas as cabanas são circulares ou ovaladas de pequenas dimensões e com paredes grossas, assentando diretamente sobre a rocha. Restos de pigmentação encontrados indicariam que estariam pintadas com diferentes cores.
Muitas das cabanas apresentam um vestíbulo de acesso onde se encontraria um simples forno.
No interior, algumas apresentam bancos acaroados, e o pavimento em alguns casos é de terra pisada e em outros de laje. Em muitos dos limiares de entrada podem-se ver os gonzos, buracos nos quais se ajustariam as portas.
As cabanas eram cobertas com um telhado cónico revestido por materiais vegetais.
No centro estavam as lareiras aquecimento e cozinhar.
No interior destas construções encontraram-se restos de ânforas, algum moinho, seixos para talhar, etc.
Estas construções adaptam-se ao terreno com a ajuda de pequenos muretes de terraço que delimitam o espaço.
A distribuição urbanística caracteriza-se pela presença de grupos de construções formando conjuntos perfeitamente individualizados, talvez Unidades familiares formadas por moradias e armazéns, com um pequeno pátio comum.
A nível de infraestruturas, o castro incluía uma complexa rede de canais de drenagem de águas pluviais situadas sob os pavimentos e chãos.


Santa Tecla

Este conjunto de castros está situado no monte de Santa Tecla (Santa Trega). Quem foi esta mulher que recebeu o título de "Igual aos Apóstolos" e "protomártir entre as mulheres"?
Santa Tecla não vem citada na Bíblia. A única fonte de informações sobre sua vida é o livro de Atos de Paulo e Tecla, escrito provavelmente no século II, dos Evangelhos apócrifos. Aí ficamos a saber que, quando o apóstolo Paulo chegou a Icónio, ficou hospedado na casa de Onesíforo. Tecla tinha 18 anos e estava prometida a Tamire. No entanto, ao ouvir as pregações de Paulo, Tecla fica tocada e decide dedicar sua vida à pregação do Evangelho – o que não agradou nada nem aos pais de Tecla nem a Tamire que denunciou Paulo às autoridades que o prenderam.
Tecla suborna os guardas com todas as joias que tinha e Paulo é liberto. Tecla junta a Paulo mas é encontrada. A mãe mantém a intenção de a casar com Tamire. Ao ver que Tecla se mantinha irredutível, a mãe pediu às autoridades que a condenassem à fogueira. Quando a pira foi incendiada, Tecla benzeu-se. Surgiu então á sua volta uma luz que impediu que as chamas lhe tocassem. De repente, começou a chover e a cair granizo e o fogo foi apagado.
Tecla abandonou a cidade e foi procurar Paulo que estava em uma caverna com um grupo de seguidores. Tecla passou a acompanhar Paulo nas suas viagens pela Antioquia. Aí o dignitário Alexandre, vislumbrado por sua beleza, pede-a em casamento. Tecla recusa. Alexandre ordena que Tecla seja colocada numa jaula com animais famintos mas nada lhe acontece. Manda então amarrar a jovem e prender as cordas a bois. No entanto, as cordas rebentaram e os bois fugiram. Finalmente, Tecla é libertada.
Tecla estabeleceu-se em Silifke, na Turquia, onde pregou a palavra de Deus, curou enfermos e converteu pagãos ao cristianismo durante vários anos. Quando tinha 90 anos, feiticeiros pagãos invejando a popularidade de Tecla, tentaram matá-la. Tecla pediu ajuda a Deus e naquele instante uma rocha abriu-se e escondeu a virgem, que aí entregou sua alma ao Senhor.
Tecla foi a intercessora das orações dos ascetas, tendo sido invocada durante a tonsura de mulheres no monaquismo (uma forma de vida cristã totalmente consagrada a Deus no retiro, no silêncio, na oração, na penitência e no trabalho).


terça-feira, 17 de julho de 2018

MSC Cruzeiros apresenta novo catálogo 2019-2020

A MSC Cruzeiros lançou o novo catálogo com as novidades para a temporada 2019-2020, apresentando cruzeiros entre Março do próximo ano e Abril de 2020, todos eles já disponíveis para reservas. A brochura, que se encontra já disponível online no link Catálogo MSC Cruzeiros 2019-2020, oferece itinerários disponíveis para os mais variados destinos, incluindo o novo MSC World Cruise 2020, os Cruzeiros Portugueses, Mediterrâneo, Norte da Europa, Cuba, Caraíbas e Antilhas, Dubai, Abu Dhabi & Índia, América do Sul e Sul de África e ainda as novidades Estados Unidos e Canadá e China e Japão.

Numa altura em que a companhia se encontra em fase de crescimento, suportada por um plano de investimento sem precedentes de cerca de €11.6 mil milhões que prevê a entrega de 13 novos navios de próxima geração até 2026, o novo catálogo apresenta dois fabulosos novos navios, tecnologicamente avançados, que vêm juntar-se ao MSC Meraviglia, MSC Seaside e ao MSC Seaview. A bordo dos novos MSC Bellissima e MSC Grandiosa, os hóspedes poderão desfrutar do melhor ao nível do conforto e inovação e de um mundo de descobertas, criado por maravilhosos destinos pelo Mediterrâneo Ocidental, a partir de Março e de Novembro de 2019, respectivamente.

Ambos os navios vão oferecer aos clientes, entre outras novidades, dois novíssimos espectáculos do Cirque du Soleil at Sea, criados em exclusivo para os viajantes da MSC Cruzeiros. Baptizado em Março de 2019, o sofisticado, inovador e ultramoderno segundo navio na geração Meraviglia, MSC Bellissima, vai oferecer aos viajantes uma tecnologia inteligente com a introdução da assistente pessoal Zoe, não só nos cruzeiros pelo Mediterrâneo na sua temporada inaugural, mas também no Inverno 2019-2020 em itinerários pelas belezas de contraste do Dubai, Abu Dhabi e India.

O MSC Grandiosa, primeiro navio Meraviglia-Plus será inaugurado em Novembro de 2019 vai disponibilizar uma promenade ao estilo Mediterrânico ainda maior, bem como um novo lounge e bar, o L’Atelier Bistrot, que vai oferecer um palco e pista de dança, exposição de arte impressionista e ainda um espaço de “terraço” com mesas e cadeiras ao estilo Bistrot parisiense na Promenade.
Relativamente aos itinerários, o grande destaque deste novo catálogo vai para a série de cruzeiros com saída e chegada a Lisboa pelo segundo ano consecutivo, entre Setembro, Outubro e Novembro, a bordo do MSC Preziosa, um navio com capacidade para mais de 4.000 passageiros. Estarão disponíveis 5 cruzeiros de 10 dias pelo Mediterrâneo Ocidental, partindo de Lisboa e fazendo escala em países como Espanha, França, Itália e Marrocos. Os passageiros portugueses terão assim, uma vez mais a oportunidade de usufruir desta viagem com o serviço exclusivo MSC Yacht Club, um espaço de luxo que inclui um serviço exclusivo de mordomo 24 horas por dia.

De salientar também as Grand Voyages do MSC Divina com partida de Lisboa e com destino a Miami em Novembro de 2019 e de Miami a Lisboa em Março de 2020, ambas realizando escalas em Ponta Delgada, nos Açores.

O novo catálogo da MSC Cruzeiros disponibiliza também novos itinerários incluindo o segundo MSC World Cruise em Janeiro de 2020, uma vez mais a bordo do MSC Magnifica, que dará a volta ao mundo em 117 dias e que permite a visita a 23 países pelos 5 Continentes, numa viagem inesquecível.


Outras das novidades para 2019-2020 são os novos destinos únicos, tais como a exclusiva Ocean Cay MSC Marine Reserve, a ilha privada da MSC Cruzeiros nas Bahamas, que a partir de Novembro de 2019 estará disponível para os itinerários com partidas de Miami a bordo do inovador MSC Seaside, do MSC Divina, MSC Meraviglia e MSC Armonia. A bordo do MSC Meraviglia, que rumará pela primeira vez à América do Norte no Inverno de 2019-20, os viajantes podem preparar-se para explorar os novos itinerários nos EUA e no Canadá com partidas de Nova Iorque, ou se preferirem viajar até à Gronelândia bordo do MSC Orchesta, será agora possivel com os novos itinerários para o Norte da Europa na temporada 2019-2020.

Com quatro novos navios de próxima geração a navegar no Verão de 2019, entre os principais destaques está o aumento de capacidade ao nível de passageiros em praticamente todas as regiões onde a MSC Cruzeiros opera. No Mediterrâneo, estarão disponíveis pela primeira vez 9 navios ao dispor dos viajantes, incluindo o novo MSC Bellissima, para além do regresso do MSC Seaview após voltar da temporada do Brasil, juntando-se assim ao MSC Divina, MSC Fantasia, MSC Lirica, MSC Magnifica, MSC Musica, MSC Opera e MSC Sinfonia, estes cinco últimos no Mediterrâneo Oriental.
O MSC Meraviglia vai fazer a sua segunda temporada no Norte da Europa, juntando-se ao MSC Poesia, MSC Preziosa e MSC Orchestra, oferecendo aos viajantes a possibilidade única de desfrutar dos inéditos espectáculos do Cirque du Soleil pelas mágicas paisagens naturais do Norte, com um total de 4 navios a navegar na região.

A aposta da MSC Cruzeiros em Cuba e nas Caraíbas permanece cada vez mais forte ao longo do próximo ano, com a presença do MSC Seaside e do MSC Armonia ao longo de todo o ano com partidas de Miami, reforçada no Inverno 2019-2020 com o MSC Opera com partidas de Havana, do MSC Divina e MSC Meraviglia com partidas de Miami e ainda do MSC Preziosa para as Antilhas.
No Inverno 2019-2020, o MSC Bellissima prepara-se para se juntar ao MSC Lirica no Dubai, Abu Dhabi e Índia após a sua temporada de Verão inaugural pelo Mediterrâneo, disponibilizando pela primeira vez cruzeiros a bordo de um navio da próxima geração da MSC Cruzeiros na região. O MSC Splendida continuará a servir o Médio Oriente na temporada 2019-2020, satisfazendo a crescente procura por parte dos clientes chineses e visitará muitos destinos populares na China, no Japão e na Coreia.
A inovação digital a bordo também é uma das grande novidades da MSC Cruzeiros, graças à evolução do novo e inovador programa digital MSC for Me, criado em colaboração com a Deloitte Digital, Hewlett Packard Enterprise e a Samsung. O MSC Bellissima será o primeiro navio a disponibilizar a assistente pessoal digital pioneira na indústria, Zoe, como uma nova característica do MSC for Me, que estará também disponível no MSC Grandiosa.

Especificamente criado para ser utilizado nos camarotes a bordo, o dispositivo personalizado estará disponível em sete línguas - Inglês, Francês, Italiano, Espanhol, Alemão, Brasileiro e Mandarim - e proporcionará aos hóspedes uma maneira simples e cómoda de encontrar toda a informação que normalmente se questiona pessoalmente na Recepção, sem ter de sair do seu camarote.
Para garantir aos seus viajantes a máxima flexibilidade e tranquilidade, a MSC Cruzeiros oferece também neste novo catálogo os pacotes especiais de Cruzeiro, Voo e transfers incluídos, que incluem uma grande oferta de voos para vários destinos por todo o mundo.

A MSC Cruzeiros melhorou também a parceria com a CP – Comboios de Portugal, oferecendo vantagens aos clientes MSC Cruzeiros nas viagens de Alfa Pendular ou Intercidades até Lisboa. A CP concede um desconto de 15% relativamente aos preços das tabelas simples em vigor na CP, aplicado às viagens nos comboios de serviço Alfa Pendular (nas classes Conforto) e Intercidades (1ª do Serviço Intercidades). Os bilhetes poderão ser adquiridos nas bilheteiras das estações e nas agências de viagem com venda de cruzeiros da MSC Cruzeiros.





www.msccruzeiros.pt

segunda-feira, 9 de julho de 2018

O restaurante “O Mariscador”, de Rodrigo Castelo com tentações do mar e do rio

O espaço ideal para quem gosta de mariscar, “O Mariscador” aposta na diferença pelo trabalho com mariscos de rio, menos conhecidos e valorizados – como lagostim branco de Abrantes, camarinha e caranguejo de Alcochete, e camarão de Vila Franca.

Assumindo-se como uma marisqueira tradicional de estilo descontraído e simultaneamente requintado, “O Mariscador”, do cozinheiro escalabitano Rodrigo Castelo, prima pelo respeito pelos melhores produtos nacionais e pelos tempos de cozedura.

Com uma oferta diferenciada, na qual se destacam as camarinhas desidratadas, o “expresso de caranguejo da meia-noite” e o arroz de lavagante descascado, a nova marisqueira de Lisboa reserva, também, outras opções inovadoras como picante de pinças de lagostim do rio e cevadoto de lagostim do rio.

Homenageando os pescadores da apanha, “O Mariscador” propõe a “teca” e a “meia teca”, uma seleção de mariscos como ostras, camarão, mexilhão e casco de sapateira para duas e quatro pessoas, respetivamente.

Numa carta que pretende fugir aos clássicos das marisqueiras, “O Mariscador” garante também uma viagem pelos sabores típicos ribatejanos, onde não faltam o pão e a manteiga caseiros, croquetes de carne de touro, bife à Mariscador com molho de cogumelos, lombo de atum rabilho no prato e prego do lombo (de atum ou de touro) na “pombinha”, pão doce típico de Santarém.

Natural do Ribatejo, onde garante, há cinco anos, o sucesso da cozinha da “Taberna Ó Balcão”, em Santarém (vencedora de um Garfo de Prata na edição de 2018 do Guia Boa Cama Boa Mesa), Rodrigo Castelo trouxe, ainda, as memórias dos verões passados na Praia da Nazaré para a Praça do Campo Pequeno. Surpreendendo os clientes no final da refeição, as sobremesas (barquinhos de doce de ovos, bolas de berlim, pastéis de nata, arroz doce, leite creme e mousse de chocolate) são servidas numa caixa em lata, tal como se apresentavam nos areais dos veraneantes.

O moderno espaço, assinado pela decoradora Rita Raimundo Glória e embelezado com criações da artista plástica Maísa Champalimaud disponibiliza, atualmente, 70 lugares sentados no exterior e sete lugares, no interior, ao balcão. Valorizando a criação e o talento nacional, Rodrigo Castelo elegeu Gabriela Pinheiro para criação e desenvolvimento das fardas de todo o staff. 

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Tomar acolhe Mundial de Wakeboard - já amanhã 30/06


Primeira estância do mundo de wakeboard com entrada gratuita em 2018

A Wakeboard Portugal, estância de wakeboard em Castelo de Bode, acaba de anunciar o calendário de eventos desportivos e abertos ao público a realizar ao longo do verão.

O destaque vai para o Tomar Pro Wakeboard a 30 de junho, a passagem do mundial da modalidade por Portugal, bem no centro da cidade templária e com o Rio Nabão como cenário, e para a possibilidade de experimentar o desporto gratuitamente ao
longo de todo o verão.


A realização da prova é um acontecimento de grande importância para a cidade e para o concelho, já que se enquadra naquela que tem sido a política recente do Município de garantir a realização regular de grandes eventos culturais e desportivos capazes de atraírem a Tomar grande número de visitantes, contribuindo para a sua consolidação como polo turístico de excelência, não dependente apenas do Convento de Cristo.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Centro de Comunicação dos Oceanos para conhecermos melhor o mar à nossa volta

O Centro de Comunicação dos Oceanos, idealizado e organizado pela jornalista náutica Nysse Arruda, é uma iniciativa que pretende divulgar e partilhar informação atualizada sobre a variadíssima temática sobre os Oceanos, interligando todos os países de Língua Portuguesa a partir de Lisboa, que se tornará assim num pólo de informação acerca dos Oceanos.

A partir de ciclos trimestrais de palestras LiveStream e presenciais, proferidas por personalidades nacionais e internacionais e sediadas em locais históricos de Lisboa.

O 1.º ciclo de palestras terá lugar em Lisboa na Academia das Ciências de Lisboa (Rua Academia das Ciências, 19, Lisboa) a 4, 11, 18 e 25 de julho, às 16h. 

O Centro de Comunicação dos Oceanos conta como padrinho os velejadores olímpicos Portugueses João Rodrigues (veterano windsurfista madeirense com sete participações em Jogos Olímpicos) e madrinha Joana Pratas (a primeira e mais jovem velejadora portuguesa nos Jogos Olímpicos num barco à vela, participante de uma travessia do oceano Atlântico a bordo do NRP Sagres, Embaixadora do Plano Nacional de Ética no Desporto e Embaixadora das Nações Unidas).

Dentre as personalidades internacionais a apoiar o projeto destacam-se o velejador Brasileiro tricampeão olímpico Torben Grael (skipper vencedor da Volvo Ocean Race 2008-2009 a bordo do veleiro sueco Ericsson); o surfista Americano de ondas gigantes Garrett McNamara e a ONG Americana Marine MegaFauna Mozambique.

Uma audiência virtual internacional
A ideia central do projeto é fomentar a interligação ativa entre as diversas entidades e autoridades vinculadas ao mar e à náutica e, principalmente, as universidades e centros de investigação, as autoridades locais de cada país, as organizações não-governamentais e as fundações em Portugal e nos países de Língua Portuguesa, criando assim uma audiência participativa e consciencializada acerca dos assuntos atuais relacionados aos Oceanos.

As palestras serão virtuais e interativas, com sistema de liveStream, em conexão direta com as diversas entidades e com divulgação no website www.ccoceanos.pt e nas redes sociais (Canal YouTube, Facebook, Twitter, Instagram etc.) reunindo em direto os públicos dos países de Língua Portuguesa e das comunidades de Língua Portuguesa no mundo.

O projeto recebeu apoios institucionais do Ministério do Mar (cuja Ministra Exma. Sr.ª Eng. Ana Paula Vitorino integra a Comissão de Honra ao lado do diretor-geral do Instituto Hidrográfico, Contra-almirante António Manuel de Carvalho Coelho Cândido), do Ministério do Ambiente, da Câmara Municipal de Lisboa, da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto do Mar e da Atmosfera, IPMA, além de uma Declaração de Mérito da UNESCO-Portugal e congratulações da Presidência da República.

De realçar o patrocínio principal da EGF-Environment Global Facilities (empresa europeia de referência no setor ambiental e líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal), co-patrocínio da EPAL e o apoio do Media Partner Internacional, a empresa inglesa Polaris Media, especializada em comunicação no setor marítimo internacional.

O Centro de Comunicação dos Oceanos é uma Associação sem Fins Lucrativos sediada em Lisboa com o objetivo de incrementar a consciencialização global acerca do conhecimento dos Oceanos e consequentemente do problema da poluição marinha. Foi fundada em Março de 2018 pela jornalista náutica Brasileira/Portuguesa Nysse Arruda.
O principal objetivo do Centro de Comunicação dos Oceanos é proporcionar um fórum global onde especialistas das mais diversas áreas relacionadas com os Oceanos possam divulgar e partilhar conhecimento com o público dos países de Língua Portuguesa, criando assim um polo de comunicação sobre os Oceanos em Lisboa.
A equipa organizadora reúne Tânia Li Chen,  bióloga marinha, e Rafael Bittar.
A Associação tem o apoio institucional e reconhecimento das seguintes entidades:   
·       Presidência da República
·       Ministério do Mar – Comissão de Honra
·       Ministério do Ambiente
·       Câmara Municipal de Lisboa
·       Instituto Hidrográfico – Comissão de Honra
·       Academia das Ciências de Lisboa
·       UNESCO-Portugal – Declaração de Mérito
·       Associação Naval de Lisboa (ANL)
·       Marine MegaFauna Mozambique
·    EGF - Environment Global Facilities patrocinador principal
·       EPAL, Águas de Portugal – co-patrocinador
·       Polaris Media – Media Partner internacional
·       YouAreLive-Digital Solutions – Parceiro tecnológico

Nysse Arruda
Nysse Arruda é jornalista especializada em náutica há mais de 20 anos em Portugal, tendo sido colaboradora dos jornais Público, Diário de Notícias e Expresso e de diversas outras publicações brasileiras e portuguesas. Foi agraciada com o Prémio Femina 2016 pela Divulgação da Cultura de Matriz Portuguesa.
Autora e CEO do primeiro website sobre desporto à vela em Português – www.nyssearrudasailing.com – entre 2010 e 2013. É também autora de diversos livros sobre o tema publicados no Brasil e em Portugal: Whitbread Race 1989-90; Mar à vista, A Portugal Telecom e a Vela; ISAF Sailing World Championships Cascais 2007; America's Cup World Series-Cascais 2010; e Volvo Ocean Race 2011-2012, além de uma obra dedicada à capital portuguesa – A Beleza de Lisboa-Eléctrico 28, uma viagem na História, publicada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2010.
Foi repórter especial na Expedição Antárctica de 1986, a bordo do navio polar Barão de Teffé, da Marinha Brasileira, e na Regatta Columbus 1992, a bordo do Tall Ship polaco Dar Mlodziezy.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

CHÃO DO RIO – TURISMO DE ALDEIA, primeira unidade de turismo rural em Portugal com certificação biosphere


Oito meses depois do incêndio que originou o seu encerramento temporário, o Chão do Rio – Turismo de Aldeia celebrou a sua reabertura oficial, com um arraial popular no seu espaço exterior, à sombra de carvalhos. Este momento de alegria foi especialmente marcado pelo recebimento das mãos do Presidente da Câmara de Seia, Filipe Camelo, da certificação "Biosphere Responsible Tourism", tornando-se na primeira unidade de Turismo Rural em Portugal a receber esta certificação, evidenciando assim as suas práticas exemplares na área do turismo sustentável. 

Os referenciais internacionais "Biosphere Responsible Tourism" foram os primeiros a serem reconhecidos e acreditados pelo Global Sustainable Tourism Council. A "Biosphere Responsible Tourim" é promovida e desenvolvida pelo Instituto de Turismo Responsável, uma das organizações responsável pela promoção dos princípios da Carta Mundial do Turismo Sustentável, tendo estabelecido um memorando de entendimento com a UNWTO e UNESCO
para o efeito. 


A "certificação Biosphere Responsible Tourism" atribui e reconhece o trabalho em prol da sustentabilidade de destinos e empresas do setor turístico, certificando as suas boas práticas de sustentabilidade em linha com os seus diversos referenciais internacionais e procurando sempre um forte equilíbrio entre os três pilares da sustentabilidade: económico, social e ambiental. 

O Chão do Rio espera que esta certificação seja um impulso importante para relançar a unidade no mercado, depois do seu afastamento temporário.