Tudo o que anda à volta das viagens e muito mais para sonharmos e viajarmos sem sair de casa e para ficarmos com vontade de fazer a trouxa e sair por esse mundo fora
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Uma semana very British
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Cozinha portuguesa em boas mãos em Sintra
O Chefe Luís Santos
saiu do restaurante Tágide e abriu um espaço próprio em Sintra a que deu o nome
de InComum. Como é descrito no portal do restaurante, o InComum é “uma ideia, um
sonho, um sentimento”. É acima de tudo o local onde Luís Santos pode dar largas
à sua imaginação culinária.
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Hambúrguer de morcela |
font-family: Verdana, sans-serif;">Neste novo projeto, na
Rua Dr. Alfredo da Costa, nº 24, em Sintra, este chefe que começou a aprender a sua arte aos 18 anos na
Suíça no Hotel du Rhone, apresenta pratos inspirados na gastronomia portuguesa e
com um toque de modernidade.
O caldo verde que lá comemos ontem foi dos
melhores que já temos tido. Audacioso é sempre dúvida o hambúrguer de morcela com
banana salteada, decididamente para estômagos fortes que possam comer um picado
feito somente com morcela. Para quem prefere algo mais suave pode ficar-se pelo
lombo de robalo.
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Fantásticas são as sobremesas. O cheesecake com
castanhas provou como se pode combinar cozinha internacional com um produto
português. O tiramisu InComum tem em comum com o doce italiano somente o creme
de mascarpone: em vez de palitos de la reine, Luís Santos usa pêra bêbada. O
resultado é delicioso.
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A escolha dos vinhos da casa é também bem feita
com um Casa do Paço para o branco e um Gavião para o tinto.
A decoração do espaço é muito simples, quase
zen mas muito acolhedora. Um restaurante a repetir em Sintra.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Dia de los Muertos em Lisboa
O Dia de los Muertos, que corresponde ao nosso Dia
dos Fiéis Defuntos, é a festa mais popular no México. Morte e vida andam de
mãos dadas. Ao contrário do que se passa na Europa e nos EUA, a palavra é dita
em alto e bom som. Brinca-se com a morte. Dança-se com a morte. Festeja-se a
morte.
Com a cristianização do México, o povo, como aconteceu em
muitas outras partes do mundo e com muitas outras festas religiosas, associou uma
festa pagã a uma festa da nova religião. E assim festeja o Dia dos Fiéis Defuntos,
católico, com as características da festa dos povos indígenas.
Em Lisboa também se festejou o Dia de los Muertos na
Embaixada do México que estava decorada a preceito com muitos esqueletos,
muitas caveiras de papel machê e de açúcar, urnas, e, claro, o pessoal da
embaixada pintado de morte.
No México acredita-se que as portas do céu se abrem à
meia-noite do dia 31 de outubro e os espíritos dos mortos se reúnem às suas
famílias. Primeiro vêm os angelitos, ou seja, os espíritos das crianças e no dia seguinte o dos adultos.
É por isso que todos os mexicanos fazem lindos altares, as ofrendas,
nas suas casas, decorados com cempasuchil , umas flores
que lembram a calêndula, velas, e comida. Tipicamente faz-se o pan de los
muertos, um pão doce, mas também a comida preferida dos mortos que estamos
a lembrar. E tequila e cigarros.
A ida aos cemitérios não é carregada com a tristeza que se
vê em Portugal. É uma festa. Limpam-se as campas, ao som de bandas ,
relembram-se os mortos queridos, festeja-se com muita cor, muita alegria, muita
comida. Os mortos não morrem. Continuam vivos .
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