terça-feira, 17 de março de 2015

Tintin viaja na Brussels Airlines

A Brussels Airlines resolvu levar Tintin a viajar e com a colaboração da Moulinsart decorou a fuselagem dum Airbus A320 com um tubarão de 37m preto longo, baseado no submarino do Professor Girassol partir da aventura de Tintin "O Tesouro de Rackham o Terrível”.

A Brussels Airlines quer ser vista como a embaixada do melhor que se faz na Bélgica e assim dar a conhecer ao mundo os muitos talentos belgas. Tintin, o personagem belga criado por Hergé, que viaja pelo mundo em grandes aventuras, é o parceiro de viagem perfeito para Brussels Airlines. E faz todo o sentido: Hergé era fascinado por aviões. O avião é o meio de transporte mais utilizado nos livros de Tintin, tendo sido sempre desenhados com grande precisão técnica.



Para a pintura do avião, a Brussels Airlines trabalhou com o artista plástico Andre Eisele, que adaptou a perspetiva dos desenhos preparados pelos designers gráficos do Moulinsart para as curvas de uma fuselagem de avião, tentando aproximar-se ao mais possível ao aparelho de exploração subaquática, um submarino em forma de tubarão, do Professor Girassol – um trabalho que demorou mais de 1500 horas a ser concretizado.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Grupo Lufthansa com novos destinos de lazer - horário de Verão: 22 500 voos semanais, 321 destinos em 103 países


A partir deste verão, as companhias aéreas do Grupo Lufthansa – Austrian Airlines, Brussels Airlines, Germanwings, Lufthansa e Swiss – estão ainda mais atraentes para os passageiros em férias. O aumento da oferta das companhias aéreas irá abranger especialmente destinos de lazer e turísticos populares. Os passageiros poderão assim contar com o serviço de alta qualidade e a fiabilidade duma companhia aérea regular. Durante as férias de verão, muitos destinos turísticos vão ser reforçados com ligações suplementares sazonais. Estão planeados voos adicionais para ligações já existentes. Estas notícias são também boas para os nossos passageiros de negócios, pois têm assim ainda mais flexibilidade.

Para o próximo horário de verão de 2015, as companhias aéreas do Grupo Lufthansa oferecem aos seus clientes a rede de destinos mais densa do mundo com mais de 22 500 voos semanais. Se incluirmos as rotas sazonais deste verão, as companhias aéreas do Grupo Lufthansa irão ligar 321 destinos em 103 países em quatro continentes (no verão de 2014: 294 destinos em 101 países) não só através das suas placas giratórias de Frankfurt, Munique, Zurique, Viena e Bruxelas, mas também com muitas rotas ponto-a-ponto. Mais de 18 100 voos em code-share com 32 companhias aéreas parceiras aumentam ainda o horário de voos de todas as companhias aéreas do Grupo Lufthansa, oferecendo uma rede que virtualmente abrange todo o mundo. Os horários de verão das companhias aéreas do Grupo Lufthansa são válidos do domingo, 29 de março até ao sábado, 25 de outubro de 2015.

Em Portugal, o aumento global da oferta é de aproximadamente 10 por cento. “Este crescimento substancial mostra como o Grupo Lufthansa está comprometido com o mercado português, que consideramos muito atraente”, realça Michael Hutzelmann, diretor de vendas da Lufthansa em Portugal. “No verão de 2015, as companhias aéreas do Grupo Lufthansa vão não só aumentar a sua capacidade com mais frequências e aviões maiores como oferecer novas ligações. No total, teremos um recorde da nossa operação em Portugal com 149 voos semanais, nos quais estão incluídos os novos destinos da Germanwings: Faro-Dusseldórfia e Porto- Dusseldórfia”.


Lufthansa
A Lufthansa irá voar para um total de 215 destinos no verão, continuando a desenvolver a sua oferta já muito extensa. Dentro da Europa, a Lufthansa adiciona a cidade industrial e comercial polaca de Bydgoszcz ao seu horário de verão 2015 a partir de Frankfurt. No futuro, a Lufthansa irá operar um total de aproximadamente 240 voos por semana para os seus nove destinos na Polónia. As suas rotas para a vizinha Dinamarca serão também aumentadas para incluir a cidade de Aalborg, que irá ser servida com um voo direto a partir de Frankfurt. Os destinos de sol Heraclião (Creta/Grécia) e Sevilha (Espanha) são outras das novas rotas da Lufthansa. Os voos para Heraclião partirão de Munique e os voos para a capital da Andaluzia partirão das placas giratórias da Lufthansa em Frankfurt e em Munique. Pela primeira vez, os clientes da Lufthansa poderão também viajar diretamente para Reiquiavique (Islândia) a partir das duas placas giratórias. Bodrum (Mar Egeu/Turquia) e Cagliari (Sardenha/Itália) são dois destinos sazonais que estão ligados a Frankfurt. A Lufthansa irá voar de Munique para Glasgow (Escócia/Reino Unido) e para Perugia (Umbria/Itália) pela primeira vez neste verão. Haverá também voos adicionais em rotas já existentes para Espanha a partir de Frankfurt para Málaga, Palma de Maiorca e Valência assim como de Munique para Bodrum. Os clientes da Lufthansa poderão de novo voar para a capital egípcia Cairo a partir de Munique, além da rota já existente de Frankfurt.
O Airbus A380, que é muito popular entre os passageiros, voltará a ser usado nas rotas de Frankfurt para Los Angeles e Seul neste verão. Tal elevará para onze o número de destinos para os quais a Lufthansa voa com o maior avião de passageiros do mundo. A 25 de setembro de 2015, a Lufthansa irá lançar o seu novo programa de voos intercontinentais especificamente dirigido para viajantes de lazer. Tampa no estado americano da Florida será o primeiro destino. Um Airbus A340-300 irá voar cinco vezes por semana durante todo o ano. As outras rotas planeadas de Frankfurt – para o Panamá, Cancun, Malé e ilhas Maurícias – serão acrescentadas neste inverno.

Germanwings
No seu horário de verão, a Germanwings irá oferecer um total de 132 destinos em 31 países a partir de Berlim-Tegel, Dortmund, Dusseldórfia, Hamburgo, Hanôver, Colónia/Bona e Estugarda. Novidade: as ligações de Dusseldórfia para Atenas (Grécia), Jerez de la Frontera (Espanha), Jersey e Reiquiavique (Islândia). A Germanwings vai também acrescentar duas rotas novas a partir de Dusseldórfia para os destinos em Portugal de Porto e Faro. As suas rotas para França serão igualmente expandidas e irão incluir a cidade portuária de Marselha. No futuro, a Germanwings irá voar diretamente de Berlim para Palermo (Sicília/Itália). No verão, irá haver voos de Berlim e de Hamburgo para Izmir (Turquia). Hamburgo terá também uma ligação direta para Bari, a capital da Apúlia. As novas rotas de Estugarda para Nice, Amesterdão e Valência irão aumentar o horário de verão da Germanwings. Colónia/Bona para Priština (Kosovo) e Estugarda para Tunes e para Tirana (Albânia) serão também novas rotas a acrescentar durante o período de férias de verão.

Swiss
A Swiss vai acrescentar 34 novos destinos ao seu horário de verão em 2015, 22 dos quais irão ser servidos a partir de Zurique, 5tais como Leipzig, Bilbau (Espanha) e Gotemburgo (Suécia). Os clientes da Swiss vão poder voar para 12 novas cidades a partir de Genebra, incluindo Valência e Dublin. A frequência dos voos para diversas cidades europeias e para São Francisco irá também ser aumentada. Neste verão, a Swiss irá assim oferecer aos seus clientes 106 destinos (80 na Europa e 26 intercontinentais) em 49 países.


Austrian Airlines
No verão de 2015, Austrian Airlines irá oferecer aos seus passageiros um largo leque de destinos: 130 em 58 países. Em 2015, a companhia aérea doméstica da Áustria irá focalizar-se em destinos de lazer. Por exemplo, Menorca (Baleares/Espanha) será adicionada ao horário em junho de 2015 e Miami em outubro de 2015. A partir do verão de 2015, todos os destinos da Austrian na América do Norte serão servidos diariamente a partir de Viena. A partir de março de 2015, Odessa (Ucrânia) será incluída de novo como outro destino da Austrian, mostrando a importância que está a dar ao mercado da Europa de Leste.

Brussels Airlines

Neste verão, a companhia aérea líder da Bélgica, a Brussels Airlines, vai adicionar dez novos destinos europeus ao seu horário de voos a partir de Bruxelas, incluindo destinos populares entre os turistas como os três novos aeroportos franceses de Bordéus, Lurdes-Pirenéus e Calvi (Córsega). Outros locais de férias como Dubrovnik e Zagreb (ambos na Croácia), São Petersburgo (Rússia), Olbia (Sardenha/Itália) e Ibiza (Baleares/Espanha) irão aumentar a rede de destinos da Brussels Airlines. Novas cidades como Riga (Letónia) e Billund (Dinamarca) irão ser servidas com voos diretos a partir de Bruxelas. Neste verão, a Brussels Airlines irá retomar a sua operação para Washington; e rota africana existente para Yaoundé (Camarões) irá operar diariamente.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Novo hotel na costa do Estoril: o InterContinental® Lisboa-Estoril

O InterContinental Hotels Group (IHG®), uma das maiores marcas de hotéis do mundo, anunciou a abertura do novo Hotel InterContinental® Lisboa- Estoril em Portugal, fortalecendo assim o crescimento desta inigualável marca de luxo mundial. O hotel será administrado sob um acordo de gestão com a empresa Margem Encantada, SA.
O anúncio de mais um hotel InterContinental ao mercado português surge apenas alguns meses após a inauguração do InterContinental® Lisboa. O Hotel InterContinental® Lisboa- Estoril juntar-se-á ainda ao InterContinental® Palácio das Cardosas tornando-se no terceiro hotel desta insígnia em Portugal.
Situado num dos mais elegantes destinos turísticos do mundo, o InterContinental Lisboa- Estoril localiza-se a oeste da cidade de Lisboa, no Estoril. Tem uma fantástica vista para o Oceano Atlântico e está apenas a dois minutos a pé da estação de comboio que liga o Estoril ao centro da cidade de Lisboa onde é possível apanhar o metro até o aeroporto de Lisboa. Está ainda a uma curta distância de Cascais, da praia do Guincho, de inúmeros campos de golf e da Serra de Sintra, ou seja, ao optarem pelo InterContinental Lisboa- Estoril os hóspedes ficarão a apenas alguns minutos de inúmeros pontos de interesse turístico.
O InterContinental Lisboa- Estoril foi recentemente construído num local que assumiu uma enorme importância durante a segunda guerra mundial e onde outrora esteve erguido o Hotel Atlântico, hotel este que se tornou uma base dos serviços de informações durante a guerra ao ser usado para vigilância, bem como refúgio para o Duque e a Duquesa de Windsor após terem saído de Paris. 
Conhecido como a “Costa dos Reis”, o Estoril recebeu já a Família Real Espanhola, Humberto II de Itália, O Rei Carol II da Roménia, o Almirante Nicholas Horthy de Nagybánya- Regente do Reino da Hungria e Joana de Saboia – Tsarina da Bulgária. A receção de celebridades que voam para o Estoril para desfrutar das praias, casinos, edifícios históricos e gastronomia continua a ser uma das marcas deste destino.
O hotel é composto por um restaurante e bar abertos durante todo o dia, um espaço de reuniões e 59 quartos que incluem quartos superior, quartos club com vista para o mar e seis suites/ quartos para família. Com duas piscinas, uma interior e uma exterior, centro de fitness e um fantástico spa com sauna, sala de vapor e uma fonte de gelo. Este hotel tem tudo o que é necessário para se tornar num destino de lazer por direito próprio.
Robert Sheperd, Chief Development Officer Europe do IHG refere: “Estamos muito entusiasmados por ter um 3º hotel InterContinental em Portugal e a nossa 6ª propriedade com o grupo Margem Encantada, SA. Portugal é um dos destinos turísticos mais atrativos na Europa e a abertura deste hotel demonstra o impulso desta icónica marca de luxo nas principais cidades e resorts internacionais”
Luís Pais, Owner Representative da Margem Encantada, SA, acrescenta: “Criámos uma magnífica propriedade de alta qualidade com uma vista fantástica sobre o mar. Situado num local digno de reis e rainhas e repleto de história. Estamos ansiosos por abrir as portas deste maravilhoso hotel de forma a dar seguimento ao legado do Estoril.”
O InterContinental Hotels & Resorts é duas vezes mais que qualquer outra marca de luxo concorrente em todo o mundo. Com 180 hotéis abertos a nível mundial e mais de 50 hotéis na sua linha de desenvolvimento global, o IHG continua a expandir o portfólio da marca nos mais procurados destinos em todo o mundo. Existem atualmente 30 InterContinental Hotels & Resorts na Europa e outros três na sua linha de desenvolvimento*.


*De acordo com os dados publicados a 31 de Dezembro de 2014

terça-feira, 10 de março de 2015

Novo hotel Vila Galé Douro abre dia 30 de Maio

No próximo dia 30 de Maio o grupo Vila Galé reforçará a sua oferta nacional com a abertura do novo hotel Vila Galé Douro, a 27ª unidade hoteleira do Grupo.
O novo Vila Galé Douro, situado na Régua e enquadrado no Vale do Douro, goza de uma vista deslumbrante sobre o rio; contará com 38 quartos, um restaurante e um bar, dois salões de eventos, SPA com piscina coberta, banho turco, salas de massagens e garagem.

Este hotel surge da aquisição do antigo Douro River Hotel & SPA que se encontrava encerrado há cerca 1 ano devido a um processo de insolvência; antes de abrir portas, o mais recente hotel do Douro, será submetido a algumas remodelações, novos equipamentos e mobiliário.
A abertura deste hotel confirma uma vez mais o contributo que o Grupo dá à economia nacional com um investimento no valor total de 2,5 milhões de euros.
A VILA GALÉ é o segundo maior grupo hoteleiro em Portugal e está no ranking das maiores empresas hoteleiras do mundo. O grupo é composto por diversas sociedades, das quais se destaca, pela sua dimensão e importância, a VILA GALÉ – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S.A. A rede de hotéis Vila Galé conta atualmente com dezoito unidades em território português – Algarve, Beja, Oeiras, Cascais, Ericeira, Estoril, Lisboa, Coimbra, Porto e Arquipélago da Madeira – e sete no Brasil, com um total de 12 652 camas.


sexta-feira, 6 de março de 2015

Uma nova companhia aérea espanhola: Air Horizont


A nova companhia aérea espanhola, nascida em Aragâo, a Air Horizont, iniciará as suas operações em voos charter em finais de Abril. No entanto, a partir de 14 de Maio irá operar os primeiros voos regulares, que estarão à venda no seu portal a partir de 08 de Março.


A companhia tem a sua base no aeroporto de Zaragoza e estreia-se com dois destinos domésticos – Alicante e Sevilha – e dois internacionais: Roma e Munique. As quatro rotas terão frequências semanais.

Os fundadores da nova companhia, Manujel Salhi e Juan Luís Díez, respectivamente, director executivo e director geral, salientaram, que não existirão viagens a um euro: "Não somos esse tipo de low cost, mas os nossos preços são acessíveis e incluem uma mala e um refresco a bordo".

As tarifas, embora ainda não anunciadas, deverão ser de 39 euros para as rotas domésticas e de 59 euros para as internacionais. A Air Horizont, que poderá vir a voar para Portugal, vai operar com um Boeing 737-400, com 162 lugares.

https://airhorizont.com/

quinta-feira, 5 de março de 2015

Lufthansa define novos padrões em serviço e design a bordo

Este ano, a Lufthansa irá melhorar significativamente a experiência de viagem dos passageiros com uma série de iniciativas. As diversas inovações baseiam-se nas reações dos clientes: modernização do design da cabina em toda a frota, novos conceitos de serviço a bordo, um conceito inovador de preços e uma expansão substancial da rede de longo curso com novos destinos de sonho tornará a Lufthansa ainda mais atraente para os passageiros de negócios e de lazer.
Na conferência de imprensa da Lufthansa na ITB em Berlim, Jens Bischof, membro do Conselho de Administração da Lufthansa Airlines, responsável por Produto, Marketing & Vendas e CCO, disse que "em 2015, os nossos clientes vão experimentar a melhor Lufthansa de sempre. Durante os últimos anos, temos investido milhares de milhões de euros em qualidade e serviços em nome de nossos passageiros, que agora vão beneficiar deste investimento. Somos uma companhia aérea e estamos mais uma vez onde a Lufthansa deve estar – nomeadamente no grupo líder das companhias aéreas internacionais de alta qualidade. Os nossos passageiros podem ser certeza que "Made in Germany", como um selo de qualidade, se aplica a todos os voos da Lufthansa. Estamos no caminho certo para nos tornarmos a primeira companhia aérea ocidental de 5 estrelas. Oferecemos diariamente a qualidade de que outras companhias aéreas somente falam."


Todos os aviões com assentos com tecnologia de ponta em todas as classes de viagem
A partir do terceiro trimestre deste ano, todos aviões de longo curso da Lufthansa terão as cabinas renovadas e os assentos com tecnologia de ponta em todas as classes de viagem. Além disso, o poderoso serviço de internet de banda larga, FlyNet, estará disponível a bordo de todos os voos de longo curso. Assim, estaremos perto do final do maior - e mais abrangente - programa de renovação de cabina da história da empresa. Desde 2011, a Lufthansa tem vindo a investir aproximadamente 1milhão de euros por dia na renovação das suas cabinas. O valor total investido cifra aproximadamente 1.5 mil milhões de euros. Aproximadamente 39 000 assentos foram substituídos, modificados ou, no caso de aviões novos, instalados em aviões de longo curso da Lufthansa: 600 lugares na First Class, 7 000 assentos na Business Class e mais de 27 600 assentos na Economy Class. Aproximadamente 3 600 assentos estão a ser instalados em 106 aviões de longo curso da Lufthansa para a nova Premium Economy Class, que já se tornou um record de vendas. A nova Premium Economy Class está atualmente disponível em 30 aviões de longo curso. A partir do final deste ano, os passageiros poderão viajar na Premium Economy Class em todos os voos intercontinentais.
O FlyNet também está a ser instalado no âmbito da reconversão das cabinas e estará disponível em todos os voos de longo curso no futuro. O serviço FlyNet fornece acesso à internet em banda larga através de uma rede de Wi-Fi a bordo. Além disso, está disponível a bordo a todos os passageiros o acesso ao portal on-line do FlyNet, que tem as últimas notícias e o Sport24, o canal de TV, com as transmissões de grandes eventos desportivos ao vivo.
Os passageiros que desejem trabalhar ou navegar na internet acima das nuvens, por exemplo, agora podem estar online a bordo com FlyNet. Jens Bischof acrescenta que "o nosso programa de renovação está quase terminado. Os nossos passageiros já podem desfrutar de cabinas modernas com os modelos mais modernos de assentos em todas as classes de viagem na maioria de nossos voos de longo curso. As reações têm sido extremamente positivas. No que respeita os passageiros, a Lufthansa está de novo no topo".



Serviço na Business Class similar ao de um restaurante de topo
Além de novas cabinas, os assistentes de bordo na Business Class irão, no futuro, oferecer aos passageiros um serviço ainda mais personalizado e feito à medida de cada um, indo assim ao encontro das necessidades e das expectativas individuais. Tal incluirá a introdução de um inovador “Serviço de Restaurante de Business Class” nos voos de longo curso, no próximo verão, que tornará o serviço a bordo numa experiência culinária idêntica à de um restaurante de luxo: as mesas serão postas individualmente. As bebidas e as refeições deixarão de ser servidas em carrinhos, mas irão ser trazidos individualmente da cozinha para os passageiros. Cada assistente de bordo terá a seu cargo um determinado número de passageiros para quem será uma espécie de assistente pessoal e ponto de contacto. Para tal, irá ser colocado mais pessoal de cabina na Business Class nos voos de longo curso. “O serviço fornecido terá um toque mais pessoal graças a este conceito e será realizado ao ritmo individual de cada passageiro”, explica Jens Bischof. “Ao tomarmos esta decisão, estamos não só a ir à frente dos outros no que respeita interiores de cabina, mas também a definir novos padrões no serviço de bordo”.


Três novas opções de tarifa em Economy Class: Light, Classic e Flex
O novo conceito de preços para as rotas alemãs e europeias está mais perto das necessidades individuais dos passageiros. Os passageiros ainda poderão reservar voos em Business Class, mas, no futuro, terão ainda mais opções. E na Economy Class, os passageiros terão à sua escolha três opções de tarifas. Tal significa que poderão decidir por si que serviços gostariam de usar e de pagar. As três novas opções de tarifa – Light, Classic e Flex – serão introduzidas nos voos da Economy Class para voos dentro da Europa a partir do outono de 2015. Os bilhetes serão postos à venda no verão.
A nova tarifa Light será a opção mais barata para os passageiros que estejam a viajar somente com bagagem de mão e que não desejem levar bagagem de porão, nem usar das opções de alteração ou cancelamento de reserva. A tarifa Classic permite aos passageiros levar uma peça de bagagem de porão sem encargos; dá-lhes igualmente a possibilidade de reservarem o seu lugar preferido ao efetuarem a reserva. Se necessário, a tarifa Classic pode ser alterada contra pagamento. A tarifa Flex oferece o pacote mais abrangente com muitos serviços incluídos, assim como a possibilidade de alterar a reserva sem custos adicionais e, se necessário, obter um reembolso contra pagamento. Além disso, os passageiros que reservarem a tarifa Flex poderão apanhar um voo mais cedo no dia da reserva, sem terem de pagar uma taxa; esta é assim a categoria de reserva mais cara.
Finalmente, a Business Class continuará a estar disponível para passageiros de negócio e de lazer em todos os voos e incluirá os benefícios já conhecidos, como acesso às lounges, maior franquia de bagagem e transportada gratuitamente, o lugar do meio livre para maior privacidade e mais milhas.
Os passageiros e as agências de viagem poderão ver, claramente e com grande transparência, que serviços e condições estão associados às três tarifas de Economy Class, sendo assim mais fácil e mais rápido comparar as tarifas. Será também possível combinar as diferentes opções de tarifa ao reservar voos de ida e volta. Todos os passageiros da Lufthansa irão receber gratuitamente uma bebida e um snack a bordo, qualquer que seja a opção de tarifa escolhida. Irão também poder levar bagagem de mão, escolher o seu lugar ao fazer o check-in a partir de 23 horas antes da partida e ganhar milhas Miles & More – características de qualquer voo Lufthansa sem encargos suplementares. Tal como já acontece atualmente, os preços dos bilhetes dependem da rota e da disponibilidade; as diferenças serão então ainda mais evidentes como resultado deste novo conceito de tarifas. Mais pormenores sobre as opções de tarifa para a Economy Class para voos dentro da Alemanha e da Europa serão dados a conhecer quando os bilhetes forem postos à venda no verão.

Cinco novos “destinos de sonho” para turistas
Nada mais, nada menos do que cinco novos destinos de longo curso serão acrescentados ao horário da Lufthansa no próximo outono. Os 15 voos adicionais por semana para os “destinos de sonho” de Tampa, Cancun, Panamá, Malé e ilhas Maurícias tornarão a rede de destinos da Lufthansa ainda mais atraente, especialmente para os passageiros de lazer e em férias. Os passageiros poderão reservar esses voos em Business, Premium Economy ou Economy Class.
Com o nosso novo destino na América Central, a Lufthansa está a expandir a sua parceria com a Copa Airlines, a companhia aérea do Panamá e membro da Star Alliance. Os passageiros da Lufthansa poderão assim chegar com todo o conforto a mais de 50 novos destinos na América Central e do Sul assim como às Caraíbas com esta companhia aérea parceira.

Jens Bischof referiu ainda que “ao juntarmos estes novos destinos à nossa rede, a que se combina a nossa qualidade e o nosso serviço, iremos impressionar os nossos passageiros. 2015 será o início de um novo calendário – o melhor de sempre da Lufthansa”.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Grupo Lufthansa recebe prémio “Eco-Airline of the Year”

A revista americana Air Transport World reconhece o papel decisivo do Grupo na área da consciencialização do clima e do ambiente pela segunda vez

Conduzir os negócios de forma sustentável e responsável está firmemente inserido nos princípios estratégicos do Grupo Lufthansa. E os seus esforços foram reconhecidos: a revista americana Air Transport World (ATW) atribuiu mais uma vez ao Grupo Lufthansa o título de “Eco-Airline of the Year” (Companhia aérea ecológica do Ano). Já em 2013, a revista tinha já reconhecido o variado leque de iniciativas e de inovações do grupo na área da proteção do meio ambiente. Isto significa que este famoso prémio é atribuído ao Grupo Lufthansa pela segunda vez em três anos. O prémio foi entregue à Lufthansa ontem, 25 de fevereiro, em Washington, D.C.

“A Lufthansa tem sido um excelente colaborador para a consciencialização sobre o meio ambiente no mundo da aviação e muito tem feito neste campo mesmo antes de o tema estar na moda", disse Karen Walker, chefe de redação da ATW. "O Grupo Lufthansa não só tem algumas das práticas ambientalistas mais fortes do mundo, mas é também uma empresa que realmente investe e dedica tempo e esforço em programas de eficiência e desenvolvimentos que beneficiam o planeta e toda a indústria da aviação".



Na sua candidatura ao prémio, a Lufthansa impressionou a revista com o seu programa estratégico ambiental que tem como objetivo tornar a mobilidade sustentável para o ambiente e para o clima, sendo, assim, um elemento-chave dos esforços de todo o grupo nesta área. Entre as prioridades do grupo incluem-se o investimento contínuo numa frota eficiente, baixa emissão de ruídos dos aviões e uma variada gama de programas para maior eficiência de combustível e menos emissões de CO². Até 2025, o Grupo Lufthansa irá receber 263 novos aviões, tecnologicamente muito avançados, o que corresponde um investimento de 37 mil milhões de euros. A Lufthansa apoia ativamente a utilização de combustíveis alternativos e respetiva investigação. Em 2011, a Lufthansa realizou um trabalho inovador com seus testes a longo prazo de biocombustível e demonstrou que pode ser usado sem problemas. A partir da primavera de 2015, o Grupo Lufthansa vai abastecer os seus aviões no aeroporto de Oslo com uma mistura de bioquerosene.

PELO CAMBOJA

Quando começámos a planear a nossa viagem pela Indochina, que iria incluir o Vietname e o Camboja, o meu filho perguntou-nos se tínhamos algo prazer especial em visitar países que tinham estado em guerra com os EUA. Muitos dos nossos amigos disseram-nos que éramos loucos em querer fazer todo o percurso por terra, utilizando transportes públicos. Seria assim tão louco embrenharmo-nos num país saído há tão pouco tempo duma sangrenta guerra civil?

Estávamos no Vietname. Camboja está a poucas horas de Saigão. Podíamos ir de avião, uma hipótese que pusemos logo de lado, de barco, descendo o rio Mekong, ou de camioneta. Decidimo-nos pela última alternativa. Tínhamos lido vários relatos de turistas que tinham feito essa viagem e nenhum nos assustou. Na realidade, a viagem correu docemente e muito melhor do que pensáramos – o único problema é o tamanho dos assentos para pessoas que sejam duma estatura um pouco maior do que a média cambojana…
A viagem por terra valeu a pena. A paisagem, se bem que pouco variada, é lindíssima e nada monótona: arrozais muito verdes, búfalos, arrozais, búfalos, arrozais, búfalos, arrozais, aqui e além uma aldeia. Palmeiras ladeiam a estrada – e dão alimento precioso às populações. Onde há arrozais, há água. A água é o espelho natural e assim o céu continua pela terra adentro. Tudo se espelha naquelas superfícies húmidas a perder de vista: o sol, as nuvens, as palmeiras, os búfalos, os templos, as casas. Apesar de estarmos a viajar numa estrada internacional, que ligava Saigão a Phnom Penh, capital do Camboja, partes da mesma são de estrada de terra batida com grandes buracos que o condutor conhece como as rugas das suas mãos. Nestes troços abranda, vamos mesmo devagar, devagarinho, quase parados. mas curiosamente chegamos à hora prevista. Tudo está sob controlo! As casas são como caixas de vidro – podemos ver tudo o que lá se passa. São casas modestas de madeira, construídas sobre estacas por causa das águas dos arrozais. As pessoas fazem o seu dia-a-dia no único compartimento que a casa tem: cozinham, lavam, embalam os bebes. As crianças, essas, vivem no paraíso, com imenso espaço para brincarem: os arrozais são locais de brincadeira perfeitos, agora que já não têm minas, e os búfalos bons companheiros de brincadeira.
Chegámos a Phnom Penh ainda não era noite, mas já estava tudo escuro. A camioneta a parar e à volta só se viam tuk-tuks e muitos homens todos a gritar, tentando angariar clientes. Os tuk-tuks são motos de três rodas (triciclos) com caixa aberta, onde seguem os passageiros. Entrámos um pouco assustados para o escritório do Mekong Express, a rodoviária que nos tinha trazido e perguntámos onde havia táxis. “Táxis? Não há táxis aqui. Só tuk-tuks!”. Assim, confiantes de que em Roma há quer ser romano, lá fomos de tuk-tuk até ao nosso hotel. As ruas praticamente não têm iluminação, à excepção das avenidas principais. O nosso hotel ficava numa rua paralela à avenida principal, ou seja, sem luz. Munimo-nos das nossas lanternas, saímos do hotel e fomos procurar um restaurante para jantar. Encontrámos um fenomenal, com comida e decoração típicas khmer: as mesas eram baixas e em vez de cadeiras, sentámo-nos no chão sobre almofadas, com almofadas triangulares a servirem de apoio às costas. Comemos luxuosamente por pouquíssimo dinheiro. País a sair da guerra O Camboja viveu várias dezenas de anos em guerra: com os americanos, com os vizinhos, cambojanos contra cambojanos. Um guerra civil de que Pol Pot é o expoente máximo da maldade, da falta de humanidade, da manipulação, dos massacres. A capital foi esvaziada dos seus habitantes – não havia excepções até os hospitais tinham de enviar os doentes para o campo –, puseram-se filhos contra pais, pais contra filhos, mataram-se milhões, transformaram-se crianças em soldados. Calcula-se que tenham sido mortas 3 milhões de pessoas entre 1975 e 1979! O horror da guerra que deixou um povo sofredor. No final do século XX, o Camboja começa a respirar com um regime de governo estabelecido numa Monarquia Parlamentarista, sob a égide do então rei Norodom Suihanouk; em 2000, começam os julgamentos, apoiados pela ONU, dos líderes dos Khmer Vermelhos por crimes contra a humanidade. Aos poucos, os cambojanos estão a libertar-se do estigma da guerra e a tentar viver as suas vidas em paz, esperando pelo ano de 2010, quando termina a praga enviada pelo Buda, como nos disse o nosso condutor de táxi.

Phnom Penh, a capital 
Em 1372, quando foi criada Phnom Penh, a actual capital do Reino do Camboja, não era mais do que um pedaço de terra inundada onde vivia, como nos diz a lenda, uma mulher muito rica que se chamava Yeay Penh ou Daun Penh (Daun ou Yeay significam Avó). A cidade está situada na confluência de três rios (o Mekong, o Tonlé Sap e o Bassac), formando quatro braços precisamente em frente do Palácio Real. Phnom Penh é o centro comercial, político e cultural do reino ; é também a porta de entrada para uma terra exótica que engloba uma das maiores heranças culturais mundiais: o maior complexo religioso do mundo, os templos de Angkor. No dia seguinte à nossa chegada, fomos a pé até ao Palácio Real (Preah Barom Reachea Vaeng Chaktomuk), que é verdadeiramente sumptuoso e riquíssimo em nada comparável com o estilo de vida que se tem fora de muros…Jardins muito bem tratados, arruamentos perfeitamente limpos, paredes e telhados cobertos a folha de ouro… Um luxo num país paupérrimo!
Construído em 1866, como residência do rei, da sua família e hóspedes dignitários estrangeiros, tem servido como centro de cerimónias e rituais da corte cambojana. Ainda hoje, vive aqui a família real, numa parte reservada, não aberta aos turistas. O complexo do palácio e do Pagode Prateado incluem várias estruturas e jardins, todos localizados numa área totalmente murada de 400.000 m². O pagode Prateado está separado do palácio Real por um caminho murado, dentro do complexo de construções reais; o seu nome é uma alusão aos 5.000 ladrilhos de prata que cobrem o chão do pagode. Como todos os templos budistas, o complexo inclui outras construções. É a este pagode que o rei vem orar e ouvir os sermões dos monges. Perto do Palácio Real temos ainda o Museu Nacional que é digno de visita. Foi construído em 1920 e dedicado ao rei Sisowath. O seu acervo engloba mais de 5.000 objectos, incluindo estátuas angkorianas e a lendária estátua do Rei Leper.


Siam Reap
À tarde, fomos de camioneta para Siam Reap. A viagem voltou a ser paralela a arrozais, permitindo-vos ver um pouco mais da vida quotidiana no Camboja. Arrozais, búfalos, arrozais, búfalos, arrozais, … Ao final do dia, chegámos a Siam Reap. No dia seguinte, fomos então fazer o chamado petit circuit, ou seja, visitar os templos principais.
Apesar de Angkor Wat ser o mais importante e o mais rico do ponto de vista tanto histórico como da história de arte, do que mais gostámos foi do templo de Ta Prohm que, felizmente, os arqueólogos deixaram em parte como encontraram: silencioso e guardador de mistérios, com as sequóias (tetramelis nudiflora), milenares, donas e senhoras do local, a entrar dentro das pedras. Um espectáculo digno de se ver: pedras e raízes numa comunhão profunda. Impressionante é também o Bayon, com as suas mais de 200 caras esculpidas na pedra a olhar para nós com um sorriso nos lábios… 36 reis governaram a região a partir de Angkor entre os anos de 802 e 1432. E mandaram construir mais de 50 complexos de templos para assim consolidar o seu poder terreno e renovar a harmonia com o cosmos. Os primeiros eram budistas, depois vieram os que praticavam o hinduísmo e depois voltaram os budistas. Budas eram esculpidos, depois retirados para mais tarde voltarem a ser esculpidos. Os reis mais visionários adaptaram algumas estátuas de Buda, mandando esculpir o terceiro olho hindu.
Já nada resta das antigas cidades khmers. Os edifícios mundanos, incluindo os palácios reais eram feitos de materiais perecíveis como o bambu ou a madeira. Mas os edifícios sagrados eram construídos de pedra, porque o poder dos deuses é eterno. E é assim que ainda hoje temos alguns vestígios dessa civilização fascinante.
A história dos povos—a real e a lendária—foi esculpida nas paredes das galerias. Os séculos XI e XII foram os mais prósperos para o reinado dos khmers. As fronteiras do reino estavam bem definidas, o povo bem fornecido graças ao sistema de distribuição de água que permitia colheitas férteis. Porque é que Angkor Wat foi abandonado? Nunca se sabe ao certo o que leva ao desaparecimento destas grandes civilizações. Atingem o máximo e depois desaparecem. Deixam-nos como legado a certeza de que tudo na terra é temporário.


Informações úteis
Como chegar? Não há ligação directa de Portugal para o Camboja. A viagem é longa. Primeiro apanha-se um avião para uma outra cidade europeia, daí para Banguecoque e finalmente para Phnom Penh. A ligação de camioneta para Siam reap ou Shianoukville é feita pelo Mekong Express, por somente 10 dólares americanos, que incluem uma sandes, água e um bolo! Documentos exigidos: Passaporte com uma validade superior a seis meses e visto tirado à entrada do país.

Onde ficar? Em Phnom Penh: Goldiana, perto da enorme Praça da Independência, ou o Sunway Hotel. Em Siam Reap: Apsara Angkor Hotel, construído em estilos khmer e colonial.

O que comer? A base da cozinha cambojana é o arroz. Os pratos se preparam misturando especiarias doces e salgados e o indispensável Tuk-trey, um molho feito com óleo de peixe fermentado e temperado com muitas especiarias. Pratos típicos são o Prahoc, elaborado a base de uma pasta de cor rosado fermentada e salgada, com um sabor muito picante, o Machhra Troeungou (sopa de carne) e o Tea Tim (guisado de pato). Para os mais corajosos, há também baratas e gafanhotos fritos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Pousada do Porto homenageia Auguste Escoffier

Menu especial recria receitas do “rei dos chefs”

De 16 a 22 de Fevereiro a Pousada do Porto viaja no tempo e apresenta um menu especial dedicado a homenagear Auguste Escoffier, chef francês do início do século XX que ficou conhecido como “rei dos Chefs e Chef dos Reis”.

Durante uma semana será possível aliar a oportunidade de jantar no ambiente palaciano de um monumento nacional à experiência única de degustar um menu que é um verdadeiro monumento da gastronomia mundial. De acordo com Pedro Serra, gestor da Pousada, “com este menu assinalamos a grande contribuição de Georges Auguste Escoffier para a indústria culinária internacional. Este é um menu que interpreta diversas criações deste grande gastrónomo”.

Georges Auguste Escoffier foi o chef, restaurateur e escritor grancês que revolucionou a culinária francesa. Expoente máximo do desenvolvimento da moderna Cuisine Française, é conhecido por ter sublimado e modernizado a gastronomia do país. Assinou e registrou milhares de receitas emblemáticas. Mas mais do que isso, elevou a profissão de chef a arte instroduzindo-lhe uma disciplina que até então não existia.

 O “Auguste Escoffier Honneur Menu” é composto de três pratos – Entrada, Prato Principal e Sobremesa – todos pratos marcantes da história da gastronomia e da carreira deste chef. Assim, a entrée é composta por um Consommé Poule-au-Pot, entrada que fez parte do menu do Savoy Hotel em 1895 e ilustra a singularidade de Escoffier em criar menus feitos à medida dos clientes. O plat principale, Tournedós Rossini, é um prato de carne criado em honra do compositor italiano e chef amador Gioacchino Rossini, e le dessert, Pêche Melba, é uma sobremesa criada por Scoffier, inspirada na interpretação da cantora australiada Nellie Melba da ópera Lohengrin.

O regresso ao passado de luxo pode ser feito todos os dias, de 16 a 22 de Fevereiro, a partir de 45€ por pessoa, no restaurante da Pousada do Porto.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O Papa já tem direito a um circuito em Buenos Aires

Diana Ayres do Instituto de Promoção Turística da Argentina falava em Lisboa dos vários passeios que se podiam dar em Buenos Aires. A Casa Rosada, Caminito, La Boca e… o Papa! Logo este Papa que é tão simples e humilde já serve para o comércio. Os operadores turísticos argentinos não perderam tempo em aproveitar o facto do Papa ser de Buenos Aires para logo criar um passeio a pé a que deram o nome de “Passeio papal”. E neste passeio pode ver-se onde Jorge Bergoglio, antes de ser Papa, ia beber o café, comprava o jornal, engraxava os sapatos—enfim, um circuito que leva os turistas por vários locais da cidade que foram importantes na vida do Sumo Pontífice.
O circuito é recomendado para pessoas qualquer religião, já que também é uma oportunidade para visitar bairros de Buenos Aires totalmente desconhecidos pelos turistas como Flores, Monte Castro, Villa Devoto e Agronomia.  
O circuito, grátis, é para pessoas qualquer religião, já que também é uma oportunidade para visitar bairros de Buenos Aires totalmente desconhecidos pelos turistas como Flores, Monte Castro, Villa Devoto e Agronomia. E o melhor de tudo, é grátis! 



Organizado por um operador turístico argentino, vieram a Portugal, uma mão cheia de empresas argentinas que oferecer serviços turísticos, para apresentarem o que a Argentina tem de melhor aos agentes de viagem portugueses.
Buenos Aires, a capital, além do circuito papal, tem muito para ver. É uma cidade descontraída, com grande laissez faire, sem stress, com grande sensibilidade para arte e design, com ruas simpáticas muito arvoradas, com esplanadas nos passeios convidando a parar um pouco e a ali ficar a dar uns dedos de conversa e bebendo um copo de vinho. Ou somente a desfrutar a leitura dum jornal.
Mas um país com 3800 km2 de superfície tem  muito mais para mostrar do que somente a sua capital. A Argentina é um país feito de grandes naturezas. E de uma grande diversidade de paisagens.
Bariloche, por exemplo, uma cidade perto da cordilheira dos Andes e em plena região dos lagos, foi designada pela Assembleia Nacional argentina como a Capital do Turismo de Aventura e…, ah, doçura, a Capital do Chocolate. É que não há ninguém que vá a Bariloche e não traga de lá chocolate  como recordação.
Mendonza é a Capital do vinho Malbec.
O fim do mundo fica na Terra do Fogo. De Ushuaia partem pequenos cruzeiros de 3 ou 4 noites que levam os viajantes à descoberta dos fiordes argentinos. 
Perto de El Calafate podem ver-se os maiores glaciares do mundo: o Perito Moreno, o único glaciar do mundo que ainda continua a crescer, o  Spegazzini, o mais alto com os seus 135 metros de altura, e o Upsala, com 600 km2 de superfície.  E claro que aqui temos o Glaciarum, o museu do gelo.
Pinguins, baleias, lobos, golfinhos—todos estes animais se podem ver, um pouco por toda a costa argentina. Mas em Punta Tombo, esperam-nos 1 milhão de pinguins magalhães!
O passado histórico deixou marcas por todo o país. Por exemplo, na Cova das Mãos, uma caverna na província de Santa Cruz, podem ver-se pinturas de 800 (!) mãos , em positivo e negativo, feitas por indígenas locais  há 9000 anos.
Os incas chegaram à Argentina e em Salta podem ver-se as múmias incas ainda em perfeito estado de conservação.
Mas para quem prefere a natureza selvagem, tem El Chaltén, a Capital do Trekking. Ou  o Parque Nacional Talampaya com formações rochosas que lembram paisagens lunares.
Enfim, Argentina, um país com um grande diversidade, com inúmeros parques nacionais, muitos locais declarados Património da Humanidade e… o tango. Um país a não perder.