terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

O Rossio de Aveiro - o coração da cidade

 

Os coloridos barcos moliceiros são uma imagem de marca da cidade

Aveiro tem uma história rica que remonta à época romana. Ao longo dos séculos, a cidade cresceu e prosperou graças à pesca, à produção de sal e ao comércio marítimo. A influência da Ria de Aveiro, um estuário que se estende por toda a região, é fundamental para a identidade da cidade.

Aveiro vive-se junto à ria, no Rossio. O Rossio, sempre identificado como parça pública de encontros e memória, ponto de ligação com a laguna ria, surge referenciada a partir do século XV. Lugar de ligações fluviais e terrestres, polo de economia local e além mar, local de encontros e de práticas religiosas, culturais e sociais.

O Rossio está presente no topónimo Marinha Rossia ou Rocia, evocando a prática social da atividade salícola, grande fonte económica de Aveiro até meados do século XX.  Zona do porto, do comércio, de alfândega e de feiras, de festas religiosas, de convívio e lazer.

Ao longo do século XV, verificou-se um grande desenvolvimento da atividade portuária, inicialmente junto dos canais que limitavam Aveiro, o que de imediato leva a que se consolide o povoado próximo das áreas ribeirinhas e dos cais do postagem, junto das portas da muralha.

Aveiro é um verdadeiro museu a céu aberto da arquitetura arte nova

Com aumento da população e da burguesia endinheirada, e com as influências de outros países, o Rossio cresceu na ocupação do território, envolto pelo casario de pendor arte nova. Novos paradigmas de cultura, de gostos e de formas de vida associado a uma recente republica , transforma o espaço, enquadrada pela frente urbana construída. 

Porta do Museu de Arte Nova

Entre as décadas de 50 e 80 do século XX, a praça já tem a configuração idêntica à que podemos ver atualmente. Continua, contudo, a ser um Rossio, uma praça pública, o “ local de esperança de uma Aveiro moderno e atual “. A relevância do comércio marítimo confere uma grande importância a Aveiro e esta zona central destaca-se pela abundância de circulação de pessoas e bens. Os registos documentam que por Aveiro passavam embarcações de grande porte, sendo esta a zona de entrada e o ponto central do comércio que se fazia das localidades próximas e os centros de comércio internacional. Com todo esse movimento, o Rossio ganha importância central de confluência de interesses comerciais e sociais.

Homem-estátua

Pela localização central e pela importância histórica, o Rossio é paragem obrigatória dos aveirenses e ponto de partida para visitar Aveiro. No século XV taça grande desenvolvimento da atividade portuária marítima fixantes expandir despovoado junto às zonas ribeirinhas.

O canal central da tem um local um lugar privilegiado na história da evolução urbana de Aveiro. Foi durante muitos séculos a via de acesso privilegiado de ir para a vila cidade de Aveiro. É mais do que um braço da Ria. É o sistema natural e de relevo que leva a paisagem abraço homem e pela múltiplas ocupações.

Várias pontes juntam as duas margens dos canais. Os estudantes usam-nas para lá colocar fitas a lembrar as amizades forjadas durante o tempo da universidade. 










Talvez por ser uma cidade jovem tem uma grande coleção de arte urbana.











Não podemos terminar sem falar dos ovos moles de Aveiro, o ex-libris doce da cidade. Os ovos moles de Aveiro são um dos doces mais emblemáticos de Portugal com uma combinação única de sabores e texturas.

A receita tradicional dos ovos moles de Aveiro é relativamente simples e levam somente três ingredientes principais: gemas de ovo, açúcar e água. Os ovos moles podem depois colocar-se nas conhecidas cápsulas de hóstia, com formatos variados, como peixes, conchas e outros motivos marítimos, ou então em barricas, em cornucópias, e num sem fim de doces. 









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A atração mágica do Pico

 

A ilha do Pico, vista do Faial


Quando estivemos na Horta na XX Convenção Anual da Bestravel, ficámos num hotel num quarto com uma bela varanda virada para o Pico. E essa montanha exerceu sobre nós um fascínio, uma atração mágica.

A montanha envolta em nuvens

A sua vista a partir do Faial muda n-vezes ao longo do dia: ou está completamente envolto em nuvens, ou a sua base está encoberta, mas o seu cume descoberto, brilhando ao sol, ou a bruma envolve-a como com um manto transparente, numa combinação infinita.



Até que nos decidimos atravessar os 6 km do Canal do Faial, entre a Horta e a Madalena, a capital do Pico.

Com 42 km de comprimento e 15 km de largura, a ilha do Pico é a 2ª maior do arquipélago dos Açores - e , com os seus 250 mil anos, a mais nova. É também a ilha com maior diversidade económica e que encanta seus visitantes com maravilhosas paisagens vulcânicas, uma cultura rica e um ambiente natural exuberante. As paisagens vulcânicas do Pico são um testemunho da força da natureza, com campos de lava negra, grutas misteriosas e formações rochosas únicas.

Há vida no meio das pedras da lava


Localizada no grupo central das ilhas, a Ilha do Pico é um paraíso para os amantes da natureza e entusiastas da geologia. O seu nome vem da montanha cujo sopa ocupa praticamente toda a superfície da ilha. O nome da montanha vem do seu cume em forma de pico - a 2351 m de altura. É a montanha mais alta do nosso país.

97% da ilha não é arável. Como não tinham terra, os picoenses viraram- se para o mar.

O seu solo é lava, mas, com mestria, os picoenses plantam vinhas entre as pedras, fazendo um delicioso vinho vulcânico.



A cultura especial da vinha foi declarada Património Mundial da UNESCO em 2004. A Vinha da Criação Velha é um exemplo notável de como a mão humana adaptou-se à paisagem vulcânica, criando um labirinto de currais de pedra para proteger as vinhas do vento e do mar. No século XIX, o vinho da ilha do Pico era exportado para a corte do czar em São Petersburgo. Até hoje, inúmeras pequenas adegas oferecem não só vinho, mas também aguardente caseira. O Museu do Vinho vale uma visita.

Na parte leste da ilha, há um pequeno planalto e algumas pequenas crateras de vulcões, onde há pastagens para vacas.

Em 1439, a coroa portuguesa tomou a ilha. Os primeiros colonos chegaram à ilha a partir de 1460. Viviam do cultivo de cereais e taro, bem como da criação de gado. A viticultura foi acrescentada mais tarde. As erupções do Pico em 1562 e 1718 provocaram a emigração parcial da população.

Em meados do século XIX, a viticultura foi gravemente afetada pelo míldio. No entanto, a caça à baleia prosperou e foi uma importante fonte de rendimento para a população durante um século. A caça profissional à baleia, que os ilhéus praticavam em pequenas embarcações tripuladas por 10 a 20 remadores (“Botes Baleiros”), foi abandonada em 1984 e a última baleia foi capturada em 1987. Atualmente existem dois museus baleeiros no Pico. Um situa-se nas Lajes do Pico e o outro, uma “fábrica da baleia” restaurada, em São Roque.

A Ilha do Pico oferece uma variedade de atividades ao ar livre para todos os gostos. Além da escalada do Pico, é possível fazer caminhadas por trilhos belíssimos, observar baleias e golfinhos em seu habitat natural, mergulhar em águas cristalinas, explorar grutas vulcânicas e muito mais. Atualmente, o Pico é um centro de observação de baleias na Europa, uma indústria que se desenvolveu desde 1985. Das Lajes e da Madalena partem barcos para observar os mamíferos marinhos. Na Madalena, os operadores especializaram-se em viagens para fazer snorkeling com golfinhos selvagens.

As paisagens verdejantes, as flores coloridas e a fauna diversificada tornam a Ilha do Pico um destino perfeito para os amantes da natureza e para quem busca tranquilidade e contacto com a natureza.

 

Dicas para a visita:

* Melhor época para visitar: A melhor época para visitar a Ilha do Pico é durante os meses de verão, de junho a setembro, quando as temperaturas são mais agradáveis e há menos hipóteses de chuva. No entanto, a ilha é bela em qualquer estação.

* Como chegar: A Ilha do Pico possui um aeroporto com voos para as outras ilhas dos Açores. Também é possível chegar à ilha de barco a partir de outras ilhas do arquipélago.

* Onde ficar: A Ilha do Pico oferece uma variedade de opções de hotéis, pousadas e alojamentos locais.

 

 

 

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Horta - “A ilha não é claustrofóbica. Lisboa é que é claustrofóbica“

 

Horta vista do mar


Viemos até a ilha do Faial a convite da Bestravel para a sua 20ª Convenção Anual. Ao passearmos cidade mais ocidental da Europa, que é Horta, chamou-nos a atenção um cartaz a frente de uma loja: Artesanato açoriano. Não podemos fazer nada quanto ao clima açoriano. É por isso que temos golas para todas as estações”.



Entrámos na pequena loja. Lá dentro estava Ana Correia, a artesã. Há 16 anos “fugiu” de Lisboa, da vida estressante da capital, onde trabalhava em televisão. Veio com o namorado com a ideia de aqui ficarem no Faial uns dois anos. Começou por Dar aulas na escola secundária. Mas após o nascimento da primeira filha, resolveu dar largas a sua criatividade, criando golas que começou por vender no mercado da horta. Depois surgiu a oportunidade de ter uma pequena loja/estúdio. Criou então a marca Putu - Peça única, Tamanho único. Tudo o que vende na loja feito por ela. Nada é desperdiçado. Pequenos retalhos que sobra da sua criação são usados por uma amiga para fazer tiras de pano com várias utilizações: o cabelo, à cintura, como alças de malas, etc. ainda não se arrependeu de ter deixado Lisboa e de ter instalado no Faial. A qualidade de vida não tem comparação com a da capital. Não se sente isolada. Viaja muito - assim o tempo permita. Não sente que “a ilha seja claustrofóbica. Lisboa é que é claustrofóbica “.

Possivelmente Ana Correia tem razão. Horta emana sossego. É uma cidade calma. Olhar o Pico, mesmo em frente, relaxa-nos. Olhar o mar, relaxa-nos. Descobrir os desenhos nas calçadas, relaxa-nos.

Porto da Horta


O mesmo sentiu Marc Larose, um canadiano de Québec, que se apaixonou pela ilha quando aqui atracou o seu iate há mais de 10 anos. “A ilha é muito verde e, graças às suas flores, tem cor todo o ano”. Reformou-se e dedica-se a reciclar madeira que o mar traz para terra e outros produtos que depois vende na sua loja VA, junto ao mercado.

A Horta visita-se a pé. O passeio pela marginal, sempre com o Pico a acompanhar-nos, é relaxante e dá-nos para ver os grandes edifícios brancos com basalto um pouco mais para dentro.

A Torre do Relógio com o Pico ao fundo

A Torre do Relógio, o que resta de uma antiga igreja, ergue-se orgulhosa numa das pontas da cidade, junto ao Jardim Florêncio Terra. Foi construída no século XVIII. Foi edificada para ser pertença da antiga Igreja Matriz da Horta, que datava de 1500, bem como para funcionar como o relógio da cidade.

Esta primeira Igreja Matriz da Horta, foi em 1597, como praticamente todas as igrejas e conventos da cidade da Horta, incendiada pelos corsários ingleses.

Algum tempo depois, deu-se início à sua reconstrução, tendo as obras decorrido entre 1607 e 1615, quando ficou de novo pronta para o culto.

Ao longo dos séculos sofreu os efeitos dos numerosos sismos que abalaram a ilha. No final do século XVIII a igreja deixou de oferecer segurança para poder ser utilizada sem importantes obras de manutenção.

Como Portugal se encontrava num período de revolução o seu restauro nem foi sequer pensado. Em 1825 esta igreja foi demolida. A torre manteve ereta.

Igreja matriz da Horta

Ali perto ergue-se a ”nova” igreja matriz, a Igreja Matriz do Santíssimo Salvador. É bilateralmente anexa ao antigo Colégio dos Jesuítas da Horta, formando a maior fachada arquitetónica de todo o arquipélago.

A sua construção deveu-se à intervenção do padre Luís Lopes, primeiro reitor do Colégio dos Jesuíta de Ponta Delgada que, em 1635, foi forçado por um temporal a aportar ao Faial, quando se dirigia à ilha de São Miguel.

Esta igreja começou a ser construída em 1680, dois anos depois de se conseguir a provisão-régia que permitiu a importação de todo o material necessário. As obras do convento começariam apenas em 1719.

Porém, aquando da expulsão dos jesuítas do reino de Portugal (1759), a igreja ainda não estava concluída. Nela já se encontravam, entretanto, a talha dourada do altar-mor, a riquíssima capela da Senhora da Boa Morte, com as suas telas, os painéis de azulejos da capela-mor, a grande lâmpada de prata, e uma parte consistente das restantes capelas, apesar de serem notáveis a falta de diversos elementos.

Valioso é o frontal de prata em estilo renascentista do antigo altar do Santíssimo. Também importante é o arcaz de pau-santo, que se encontra na sacristia, a custódia de bronze prateado e a estante de Cantochão giratória do coro de 1742, com finos embutidos de marfim representando passagens do Evangelho oriundas do antigo Convento de São Francisco. Quem se interessar, poderá ainda visitar Museu de Arte Sacra da Horta.

Império do Divino Espírito Santos dos Nobres

A caminho desta igreja, passámos por uma pequena capela, o Império do Divino Espírito Santo dos Nobres, um dos mais antigos da ilha e construído inteiramente em pedra e cal. Foi edificado em 1759, em memória da erupção vulcânica do vulcão do Praia do Norte, que cobriu toda a ilha com uma camada de cinza vulcânica de alguns centímetros.

Sobre a porta podem ver-se duas pombas brancas e a inscrição “Memória do Vulcão da Praia do Norte em 1672”. A fachada deste império encontra-se adornada com as armas do Escudo de Portugal e por uma Coroa do Espírito Santo.

Convento de São Francisco


Mais adiante, mas desativado, está o Convento de São Francisco. O convento original, fundado no início do século XVI, foi incendiado em 1597 por corsários ingleses. Foi reconstruído, mas voltou a ficar muito danificado durante um temporal em 1668. A comunidade decidiu construir um novo edifício, em local mais recuado em relação ao mar, onde ainda se encontra, se bem que desativado desde a extinção das ordens religiosas. Foi entregue em 1835 â Santa Casa da Misericórdia para um hospital e um asilo de mendicidade. Na noite de 4 de maio de 1899 um violento incêndio destruiu por completo o então hospital e asilo, tendo-se salvado apenas a igreja.

Antes de descansarmos no Peter Café Sport, passámos ainda por um belo no edifício em arte nova, a Sociedade Amor da Pátria, Instituição de Utilidade Pública, de Recreio, Cultura e Filantropia, fundada há quase 160 anos.

Sociedade Amor da Pátria

A beneficência e a filantropia encontram-se na génese desta sociedade que, com frequência, apoiou financeiramente instituições de caridade no concelho da Horta, como os Asilos de Mendicidade e da Infância Desvalida, através de dádivas recolhidas nos seus saraus. Para subsidiar as suas obras de beneficência, a nível económico-financeiro também a Sociedade Amor da Pátria concretizou uma iniciativa notável no seu tempo, com a fundação da Caixa Económica Faialense.

Importante foi também o facto de sido aqui que se reuniu pela 1ª vez o órgão máximo da Autonomia Regional. A 4 de Setembro de 1976, neste edifício, teve lugar o ato inaugural da I Legislatura do Governo Regional.

Agora sim, sentemo-nos no Peter e bebamos o nosso gin tónico. Para outro dia fica a ida aos Capelinhos e à cratera.


 

 

sábado, 14 de dezembro de 2024

Turismo e aviação – o problema do sobreturismo

 

Sobreturismo em Veneza

Estamos em Sófia, a capital da Bulgária, na conferência de aviação AviationEvent. Discute-se a aviação, aeroportos e turismo. Aqui no Leste da Europa ainda não se fala de overtourism (sobreturismo), como em Portugal e Espanha. Aqui, ainda se tenta atrair touristas, nalguns casos, manter o interesse turístico pela cidade, pela região, pelo país.

Este fenómeno é visto como algo negativo para as comunidades, apesar de criar uma grande valorização para esses locais. Qual será, porém, a melhor aproximação ao tema? Queremos turismo ou mais turismo, mas como não cair no overtourism? Na Europa de Leste, ainda ninguém de queixa de sobreturismo. Para Sergiu Manea, presidente da Associação dos Empregadores da Indústria de Turismo da Moldova, e para Denitsa Milosavljevic, diretora do Departamento de Desenvolvimento do Negócio da Aviação, os esforços estão dirigidos para a atração de turistas. Trabalham de mão dadas com os aeroportos e outras infraestruturas e desenvolvem campanhas de marketing, criando narrativas atraentes.

Denitsa Milosavljevic sabe que são as companhias de aviação, normalmente as companhias de baixo custo, que criam a procura. A maioria dos aeroportos servidos por estas companhias pagam-lhes para elas voarem para lá (ou para que mantenham as rotas). As companhias de baixo custo têm feito um bom trabalho na criação de interesse por um destino. Tal como Owain Jones, chief corporate affairs officer da Wizz Air, referiu “Estamos a crescer em Sófia e Sófia está a crescer connosco”. Este fenómeno já aconteceu em Cluj, em Quixinau e noutras cidades do leste europeu (e não só).

Para Andreas Papatheodorou, professor de Economia Industrial e Espacial e diretor do departamento de Turismo da Universidade do Egeu, tudo tem de andar de mãos dadas: infraestrutura – marketing - cidades – companhias de aviação. O turista quer experiências completas sem problemas, seamless como dizem os anglo-saxões. Mas para que tudo funcione bem tem de haver inclusão de todas partes interessadas, incluindo as populações locais. E para que não se caia no exagero, no overtourism, as autoridades locais têm de ver além, e pensar noutros destinos. Um exemplo que Martina Groenegres, ex-diretora do Lufthansa City Center International, contou a experiência de boas práticas que teve este ano no nosso país. Estava a planear fazer o congresso das agências de viagens alemãs em Lisboa. O Turismo de Portugal disse que só apoiaria o congresso se fosse fora de um dos grandes centros e propôs Braga. A sugestão foi aceite – e os organizadores ficaram entusiasmados com a alteração, tendo continuado a promover as infraestruturas do Norte de Portugal e ficando a conhecer (e com vontade de integrar em programas turísticos futuros) uma região desconhecida e que nem tinha sido tida em consideração.

Todos os peritos presentes em Sófia estavam de acordo que não se pode cair no sobreturismo, que para tal é preciso ver além e promover regiões em vez de cidades, tal como se tem feito com a cooperação doe Alentejo com a Extremadura espanhola. Ou, como referiu Sergiu Manea, um pacote para visitar Iasi, na Roménia, Quixinau, na Moldova e Odessa, na Ucrânia. Pretende dar-se ao turista a possibilidade de visitar mais países numa só viagem, onde, porém, tudo tem de funcionar: aeroportos, comboios, estradas. Um plano que parecia interessante e que ficou parado por causa da guerra, mas que não foi abandonado.

 

 

 

 

Korean Air adquire uma participação de 63,88% na Asiana Airlines

 


A Korean Air concluiu a aquisição da Asiana Airlines, quatro anos após ter anunciado a sua decisão em 16 de novembro de 2020.

Em 12 de dezembro, a Korean Air adquiriu 131 578 947 ações recentemente emitidas da Asiana Airlines, o que representa uma participação de 63,88% e torna a Asiana Airlines uma filial da Korean Air.

A Asiana Airlines realizará uma assembleia geral extraordinária de acionistas em 16 de janeiro para nomear os novos administradores nomeados pela Korean Air.

A Korean Air planeia concluir a integração com a Asiana Airlines no prazo de dois anos. A estratégia de integração inclui a otimização da rede através da diversificação dos horários de voo em rotas que se sobrepõem, a expansão dos serviços para novos destinos e o reforço dos investimentos na segurança. A fusão tem por objetivo reforçar a competitividade do sector da aviação nacional, melhorar as capacidades do aeroporto de Incheon e expandir o alcance da rede global.

A integração será efetuada sem reestruturação do pessoal. A organização combinada projeta um crescimento natural do pessoal através da expansão do negócio, sendo os empregados com funções sobrepostas reafectados dentro da organização.

A estrutura do programa integrado de passageiro frequente será apresentada à Comissão de Comércio Justo da Coreia até junho de 2025. Os detalhes do programa serão comunicados aos clientes após a revisão regulamentar.

A aquisição representa um marco estratégico para o sector da aviação da Coreia. A Korean Air continuará a implementar medidas para reforçar as capacidades de aviação do país e melhorar a sua posição competitiva no mercado global.

Servindo o mundo há mais de 55 anos, a Korean Air é uma das 20 maiores companhias aéreas do mundo, transportando mais de 27 milhões de passageiros em 2019, antes da COVID. Com o seu hub global no Aeroporto Internacional de Incheon (ICN), a companhia aérea serve 115 cidades em 40 países em cinco continentes

 

 

Cronologia da aquisição da Asiana Airlines pela Korean Air

16 de novembro de 2020 - O Hanjin Group anuncia a decisão de adquirir a Asiana Airlines

17 de novembro de 2020 - Acordo de investimento assinado pela Hanjin KAL, pelo Korea Development Bank e pelos acionistas associados

Acordo de aquisição de obrigações permutáveis assinado pela Hanjin KAL e pelo Korea Development Bank

Acordo de aquisição de novas ações assinado pela Korean Air e pela Asiana Airlines

Acordo de aquisição de obrigações perpétuas assinado pela Korean Air e a Asiana Airlines

14 de janeiro de 2021 - A Korean Air apresenta relatórios sobre a concentração de atividades à Comissão de Comércio Justo da Coreia e a 13 autoridades da concorrência estrangeiras

4 de fevereiro de 2021 -  A Autoridade da Concorrência turca aprova a concentração

4 de maio de 2021 - A Comissão de Comércio Justo de Taiwan aprova a concentração

20 de maio de 2021 - O Gabinete da Comissão de Concorrência Comercial da Tailândia conclui a análise

25 de maio de 2021 - A Comissão da Concorrência das Filipinas conclui a sua análise

9 de setembro de 2021 - A Comissão da Aviação da Malásia aprova a concentração

11 de novembro de 2021 - O Ministério da Indústria e do Comércio do Vietname aprova a concentração

8 de fevereiro de 2022 - A Comissão da Concorrência e dos Consumidores de Singapura aprova a concentração

21 de fevereiro de 2022 - A Comissão de Comércio Justo da Coreia concede uma aprovação condicional da concentração

1 de setembro de 2022 - A Comissão da Concorrência e dos Consumidores da Austrália aprova a concentração

26 de dezembro de 2022 - O Ministério do Comércio da República Popular da China aprova a concentração

1 de março de 2023 - A Autoridade da Concorrência e dos Mercados do Reino Unido aprova a concentração

31 de janeiro de 2024 - A Comissão de Comércio Justo do Japão aprova a concentração

13 de fevereiro de 2024 - A Comissão Europeia concede aprovação condicional à concentração

maio de 2024 A Korean Air inicia a transferência das rotas europeias para a T'way Air

junho de 2024 - Air Incheon selecionada como proponente preferencial para o negócio de cargueiros da Asiana

agosto de 2024 - Assinatura do acordo-quadro relativo à venda da atividade de transporte de carga da Asiana

26 de novembro de 2024 - A Korean Air apresenta o calendário de aquisição das ações da Asiana Airlines ao Departamento de Justiça dos EUA

28 de novembro de 2024 - A Comissão Europeia aprova a fusão

12 de dezembro de 2024 - A Korean Air adquire 63,88% de participação na Asiana Airlines

 

 

 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

MSC CRUZEIROS OFERECE 21 CRUZEIROS COM PARTIDA E CHEGADA A LISBOA NO VERÃO 2025

 



 

A MSC Cruzeiros voltará a ter cruzeiros para todos os gostos. Em 2025, será possível embarcar em Lisboa, descobrir a beleza das Caraíbas e do Mediterrâneo ou do Norte da Europa - a MSC Cruzeiros oferece uma enorme variedade de cruzeiros diferentes. 

CRUZEIROS PORTUGUESES E MSC WORLD AMERICA

O grande destaque do Verão 2025 são os 18 cruzeiros de 10 noites com embarque e desembarque em Lisboa durante todo o Verão, a que se junta um cruzeiro com embarque e desembarque na capital, de 12 noites, e ainda dois mini-cruzeiros, um com embarque em Lisboa e desembarque em Génova e outro com embarque em Génova e desembarque em Lisboa. 

O MSC Musica realizará, do final de Abril até Novembro de 2025, itinerários com partida e/ou chegada a Lisboa com passagens por Génova (Itália), Marselha (França), Málaga (Espanha), Cádis (Espanha), Alicante, Mahón (Espanha) e Olbia (Itália). 

Preparando o terreno para o Verão, o novíssimo navio para 2025, MSC World America, fará a sua temporada inaugural de Verão nas Caraíbas. Atracado no novo terminal da MSC Cruzeiros em PortMiami, oferece um acesso inigualável aos destinos mais procurados das Caraíbas, através de uma variedade de cruzeiros de 7 noites que incluem escalas na República Dominicana, Porto Rico, México e muito mais, incluindo a ilha privada da MSC Cruzeiros, Ocean Cay MSC Marine Reserve (Bahamas). O itinerário oferece acesso a culturas deslumbrantes e praias imaculadas, emolduradas por mares azul-turquesa cristalinos num navio impressionante e moderno. 

Um novo mundo de cruzeiros, o MSC World America baseia-se no design futurista e na excelente experiência dos passageiros a bordo do seu navio irmão MSC World Europa, com o novo navio adaptado especificamente para a América do Norte, com novos locais e conceitos que certamente irão encantar.

 

UMA FUGA PELO MEDITERRÂNEO COMO NENHUMA OUTRA

A MSC Cruzeiros é conhecida pelos seus itinerários no Mediterrâneo. 

O MSC World Europa convidará os passageiros a explorar algumas das cidades europeias com cruzeiros de 7 noites partindo de Barcelona para Génova, Nápoles, Messina (Itália), Valletta (Malta) e Marselha (França). 

O deslumbrante MSC Seaview partirá todos os sábados de Barcelona, oferecendo um itinerário para quem procura sol, com destinos como Cannes (França), Génova, La Spezia para Cinque Terre e Florença, Civitavecchia para Roma (Itália) e Palma de Mallorca (Espanha). Para não ficar para trás, o seu navio irmão, o MSC Seaside, oferecerá uma viagem desde Barcelona (Espanha) para La Goulette (Tunísia), Palermo, Nápoles, Livorno para Florença e Pisa (Itália) e Marselha para Provença (França).

De Maio a Setembro de 2025, o MSC Magnifica irá oferecer um itinerário de 7 noites no Mediterrâneo Ocidental durante a sua temporada de Verão com partida de Barcelona que inclui visitas a destinos como Marselha, La Spezia, Nápoles, Palermo e Valleta, em Malta.

Continuando a seleção de itinerários populares, o MSC Grandiosa partirá de Valência todos os sábados, oferecendo aos passageiros pausas em Civitavecchia, Génova, Palermo (Itália), Ibiza) e Marselha (França).  Ainda com partida de Valência, o MSC Splendida vai disponibilizar um itinerário de 7 noites com escala em Livorno, Civitavecchia, Génova, Marselha e Tarragona.

Com partida de Civitavecchia para Roma, o MSC Divina oferecerá cruzeiros de 7 noites para os passageiros explorarem as extraordinárias maravilhas da Grécia com escalas em Míconos e Santorini, bem como outros belos destinos, incluindo Kusadasi/Éfeso (Turquia) e Nápoles. A MSC Cruzeiros terá nos itinerários realizados pelo MSC Divina, um Pacote Especial Cruzeiro e Voos de Lisboa para Roma e de regresso a Lisboa, a que acrescem os transferes e o cruzeiro.

 

Tanto o MSC Lirica como o MSC Armonia oferecerão itinerários de 7 noites com partida da encantadora cidade de Veneza-Marghera (Itália), incluindo escalas em várias cidades em Itália e na Grécia. Para além disso, o MSC Lirica também fará escala na cidade velha de Kotor (Montenegro), enquanto o MSC Armonia fará escala na cidade costeira de Split (Croácia). O MSC Opera também partirá de Veneza-Marghera, num itinerário de 7 noites para destinos como Dubronvik (Croácia), Corfu (Grécia), Kotor (Montenegro), Bari (Itália) e Zadar (Croácia). Nos itinerários realizados pelo MSC Armonia, MSC Lirica e MSC Opera com partida de Veneza, a MSC Cruzeiros terá disponível o Pacote Especial Cruzeiro e Voos de Lisboa para Veneza e regresso a Lisboa. 

Com embarques em Pireus a bordo do MSC Sinfonia, o navio fará ainda escalas em destinos gregos, ao longo de 7 noites - Santorini, Katakolon/Olimpia, Corfu, Cefalonia/Argostoli e Bari. Os passageiros poderão também desfrutar do Pacote Especial Cruzeiro e Voos de Lisboa para Atenas para este itinerário. 

Com itinerários de 9 noites, o MSC Fantasia realizará partidas de Trieste (Itália) para explorar destinos, incluindo Katakolon, Pireus (Grécia), Kusadasi, Istambul (Turquia), Corfu (Grécia), Bari e Trieste (Itália). Para este itinerário, a MSC Cruzeiros terá também disponível o Pacote Especial Cruzeiro e Voos de Lisboa para Veneza.



O NORTE DA EUROPA ESPERA POR SI 

O MSC Euribia terá como porto de embarque Kiel (Alemanha), oferecendo itinerários de 7 noites, para explorar a capital da Dinamarca, Copenhaga, antes de se aventurar para Norte até aos fiordes Noruegueses, com escalas nos Fiordes Patrimoniais na área de Hellesylt/Geiranger, Alesund, e uma navegação panorâmica através de Nordfjordeid ou Molde Fjord a caminho da vila de Flaam. 

O MSC Poesia partirá de Copenhaga com partidas todos os domingos a partir de Maio de 2025, oferecendo uma rotação de itinerários de 7 noites pelos Fiordes e pelo Báltico com visitas a destinos populares, tais como Warnemunde, Stavanger/Lysefjord, Eidfjord, Kristiansand e Oslo (Noruega) e Copenhaga (Dinamarca) no itinerário dos fiordes e Gydnia/Gdansk-Danzig (Polónia), Klaipeda (Lituânia), Riga (Letónia), Estocolmo (Suécia) na rota do Báltico. 

Nestes itinerários, a MSC Cruzeiros disponibiliza o Pacote Especial Cruzeiro e Voos inclui voos de Lisboa para Hamburgo e Copenhaga e de regresso, a que acrescem os transferes e o cruzeiro. 

O MSC Virtuosa terá como porto de embarque Southampton, oferecendo aos passageiros uma escolha de itinerários de 2 a 14 noites que exploram os fiordes, as cidades das Pérolas do Norte, as Ilhas Canárias, a costa atlântica da Europa e o Mediterrâneo. 

Os passageiros que procuram um cruzeiro um pouco mais longo podem optar pelo MSC Preziosa que parte de Hamburgo (Alemanha), oferecendo itinerários com duração entre 10 e 14 noites. Apresentando as maravilhas da Noruega, incluindo os fiordes, Honningsvag e Tromso ou cruzeiros na Islândia com pernoitas em Reiquejavique, Isafjordur, Akureyri, bem como nas Ilhas Orkney e Shetland no Reino Unido, o MSC Preziosa oferece aos aventureiros uma série de oportunidades para descobrir os segredos do Norte. Outros itinerários destacarão a Ilha Esmeralda, com escalas em Cork (Irlanda), Belfast (Irlanda do Norte), Liverpool (Inglaterra) e Greenock para Glasgow (Escócia).


 

AVENTURA NAS CARAÍBAS

Para além do novíssimo MSC World America, existe mais oferta de itinerários a partir de PortMiami: o MSC Seascape com itinerários de 3 e 4 noites, incluindo visitas às Bahamas e à Ocean Cay MSC Marine Reserve, bem como itinerários de 7 noites, incluindo destinos nas Bahamas, Jamaica e Ilhas Caimão. 

O MSC Seashore navegará a partir de Port Canaveral (Orlando, EUA) proporcionando itinerários de 3 a 7 noites para os paraísos tropicais de Ocean Cay MSC Marine Reserve, Nassau (Bahamas), Costa Maya e Cozumel (México). Os cruzeiros com início a partir de 7 de Junho e 3 de agosto de 2025, oferecerão uma escala alargada de segundo dia em algumas pernoitas e uma visita às Honduras, para além do México e da Ocean Cay MSC Marine Reserve. 

O MSC Meraviglia oferecerá itinerários de Nova Iorque de 7 noites para os principais destinos, incluindo Port Canaveral (Orlando, EUA), Ocean Cay MSC Marine Reserve e Nassau (Bahamas).

Para mais informações e para reservar estes incríveis itinerários de Verão 2025, visite: Ofertas Verão 2025

Caso pretenda embarcar à porta de casa, visite: Cruzeiros Portugueses

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Lufthansa Technik investe milhões em nova localização no nosso país

 



A nova fábrica da Lufthansa Technik em Portugal 

Com a construção de uma nova unidade a cerca de 35 quilómetros a sul do Porto, a Lufthansa Technik vai continuar a crescer de acordo com a sua estratégia empresarial e expandir significativamente as suas capacidades de reparação de peças de motores e componentes de aviões. A futura fábrica da Lufthansa Technik Portugal deverá estar concluída até ao final de 2027 e estará equipada com as tecnologias mais recentes no sector MRO (manutenção, reparação e revisão). A empresa criará mais de 700 novos postos de trabalho. As candidaturas vão abrir já no próximo ano. A Lufthansa Technik adquiriu recentemente um terreno de 230 000 metros2 no parque industrial Lusopark, em Santa Maria da Feira, e celebrou a assinatura do contrato de compra e venda com representantes da política e do mundo dos negócios em Portugal.

“O dia de hoje marca o início de um novo capítulo para a Lufthansa Technik: pela primeira vez na história da empresa, estamos a construir e a abrir as nossas próprias instalações em Portugal. Estamos muito satisfeitos por estarmos a ser recebidos de braços abertos aqui em Santa Maria da Feira”, afirmou Harald Gloy, Chief Operating Officer da Lufthansa Technik. “A Lufthansa Technik tem objectivos de crescimento ambiciosos e queremos continuar a expandir a nossa posição de liderança como líder de mercado global no setor MRO no futuro. É por isso que já estamos a começar a ampliar as nossas capacidades, acrescentando localizações estrategicamente importantes à nossa rede global e garantindo assim que podemos continuar a satisfazer, no futuro, as expetativas dos nossos mais de 800 clientes internacionais da melhor forma possível.”

(Esq. para dir) Ricardo Arroja, Harald Gloy e Amadeu Albergaria


As equipas da Lufthansa Technik trabalharam durante vários meses com apoio externo para encontrar a localização ideal para este investimento de vários milhões de euros. “Estamos convencidos de que encontrámos o local ideal em Santa Maria da Feira. Algo realmente grande será criado aqui - para a região, para a Lufthansa Technik e para os nossos colaboradores e clientes. Este investimento é também um sinal do empenhamento do Grupo Lufthansa em Portugal“, continuou Harald Gloy. A cooperação com o governo português, representado pela AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), e com a câmara municipal de Santa Maria da Feira foi particularmente profícua - ambas as instituições deram um grande apoio à Lufthansa Technik num processo muito intenso.

O Ministro da Economia, Pedro Reis, reconheceu a importância do projeto para o país. “Este investimento significativo da Lufthansa Technik em Portugal, que irá criar mais de 700 postos de trabalho, é muito bem-vindo. É mais um passo para a reindustrialização do nosso país e representa a confiança nas nossas infra-estruturas e na nossa mão de obra, especialmente nos nossos engenheiros altamente qualificados do setor da aviação. Mostra também que estamos no bom caminho para atrair investimento estrangeiro que ajudará a impulsionar a economia portuguesa”, afirmou Pedro Reis. “Portugal e a Alemanha, em conjunto, através de projectos estratégicos e alianças como esta, podem ajudar a Europa a acelerar o seu crescimento sustentável rumo a um futuro brilhante para as nossas economias e empresas.”

Ricardo Arroja, Presidente e Diretor Executivo da AICEP, afirmou: “Estamos muito satisfeitos com a decisão da Lufthansa Technik de instalar uma unidade de reparação de peças de motores e componentes de aviões em Portugal. A Lufthansa Technik é um líder mundial no setor aeroespacial. A indústria aeroespacial está a crescer em Portugal, uma vez que cada vez mais empresas de alto calibre se estão a instalar aqui, assegurando um ciclo de produção completo, desde o desenvolvimento à produção e à manutenção. A capacidade e o conhecimento especializado que a Lufthansa Technik está a trazer para Portugal com as suas novas instalações irão aumentar a competitividade do nosso país no setor aeroespacial na Europa e ajudar a fortalecer este grupo. A AICEP continuará a apoiar a Lufthansa Technik nas diferentes fases do projeto para que esta cooperação seja um êxito para todas as partes envolvidas. Bem-vinda, Lufthansa Technik!”

“É com grande satisfação que recebemos a Lufthansa Technik no concelho de Santa Maria da Feira”, afirmou Amadeu Albergaria, Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. “Este investimento é também um compromisso com o futuro da região e do país, criando emprego especializado, reforçando a comunidade económica e acrescentando valor. Continuamos disponíveis para acompanhar de perto este projeto de grande dimensão, pois estamos convictos de que será um motor de desenvolvimento económico e social para a nossa região.”

 

A procura de trabalhadores em Portugal vai começar em breve

Por Portugal ser membro da seio da União Europeia e ter um quadro político estável foram critérios importantes na escolha da localização. Igualmente decisivos: as boas infra-estruturas e, sobretudo, o mercado de trabalho atrativo. A Lufthansa Technik irá construir um centro de formação em Santa Maria da Feira já no próximo ano para formar os futuros colaboradores da Lufthansa Technik Portugal, para que a produção possa começar assim que as novas instalações de 54 000 metros quadrados estiverem concluídas. Os primeiros postos de trabalho para a nova localização serão anunciados online nas próximas semanas e incluem mecânicos, técnicos de eletrónica, engenheiros, gestores de processos e de recursos humanos (de todos os sexos, claro). Mais informações estarão disponíveis oportunamente no sítio Web da Lufthansa Technik Portugal e no LinkedIn. A transferência da propriedade do imóvel em Santa Maria da Feira está ainda sujeita a alguns condicionalismos, tais como aprovações por parte da autarquia.



O Grupo Lufthansa Technik AG é um dos principais fornecedores mundiais de serviços técnicos para aviação. Certificada internacionalmente como organização de manutenção, produção e design, a empresa emprega mais de 24 000 pessoas em dezenas de locais em todo o mundo. A Lufthansa Technik oferece uma gama completa de serviços para aviões comerciais, VIP e de missões especiais, que inclui manutenção, reparação, inspeção e modificação de estruturas, motores, componentes e trens de aterragem, bem como o fabrico de produtos inovadores para a cabina e apoio digital à frota.